O segunda prévia da nova carteira teórica do Ibovespa traz uma ação a menos na composição do principal indicador de desempenho das ações mais negociadas na bolsa brasileira. O índice passará a contar com 86 ações de 83 empresas, em vez das 87 previstas na primeira prévia. A mudança foi provocada pela oferta pública de aquisição (OPA) da Cielo, que passa por processo de fechamento de capital da empresa. B3.
Portanto, apesar da já prevista entrada de empresas no Auren (AURE3), Fundo de Segurança (CXSE3) e Santos Brasil (STBP3) e as saídas de empresas Dexco (DXCO3) e Grupo Soma (SOMA3), que se uniu à Arezzo para criar o Azzas 2154, a saída da Cielo da bolsa deixa a nova carteira com 86 títulos.
Atualmente, a carteira teórica do índice conta com 85 títulos.
A prévia é baseada no fechamento do pregão em 15 de agosto. Até a entrada em vigor da nova carteira, no dia 2 de setembro deste ano, a B3 ainda deverá publicar outra prévia, com atualizações sobre reajustes de peso, quando necessário.
Outra mudança nesta segunda prévia é a redução do peso do OK na composição do índice. A ação, que atualmente detém 11,3% da carteira teórica, teria 10,8% se a mudança continuar até a versão que entra em vigor no dia 2 de setembro.
Os cinco ativos com maior peso na composição deste índice na segunda prévia são:
- Vale ON (10,786%)
- Petrobrás NP (7,630%)
- Itaú UnibancoPN (7,302%)
- Petrobras ON (4,660%)
- Banco do Brasil LIGADO (3,594%)
Para fazer parte da carteira do Ibovespa, as empresas listadas devem atender aos seguintes requisitos:
- ser negociado em 95% dos pregões durante o período de validade das três últimas carteiras (aproximadamente um ano);
- registrar movimentações financeiras equivalentes a pelo menos 0,1% do volume financeiro do mercado à vista no mesmo período;
- estar entre os ativos que representam 85% em ordem decrescente do Índice de Negociabilidade (IN), que mede a quantidade de um ativo negociado em bolsa; e
- não ser penny stock (ações negociadas por valor inferior a R$ 1).
Composição das carteiras do índice B3
A composição das carteiras do Ibovespa e dos demais índices de ações calculados pela bolsa brasileira é revisada quadrimestralmente, nos meses de janeiro, maio e setembro, com possibilidade de entrada e saída de empresas de acordo com a metodologia de cada índice.
Além da carteira oficial, a B3 divulga três prévias das carteiras, antes da divulgação da carteira final, para que investidores e gestores de fundos, por exemplo, tenham previsibilidade quanto à necessidade de fazer ajustes no peso de cada papel em suas alocações :
- 1ª visualização: no primeiro pregão do último mês de vigência da carteira (08/01/2024);
- 2ª visualização: no pregão seguinte ao dia 15 do último mês de vigência da carteira (16/08/2024);
- 3ª visualização: no penúltimo pregão do último mês de vigência da carteira (29/08/2024); e
- Carteira permanente (02/09/2024).
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