Organizada pelo movimento SOS Agro RS, a manifestação deverá contar com até 500 tratores e é esperada a presença de milhares de agricultores e pecuaristas. Um ‘trator’ está previsto para acontecer em Porto Alegre no dia 8 de agosto, próxima quinta-feira, em protesto contra a demora do governo federal em atender aos pedidos do agronegócio gaúcho para atendimento aos produtores atingidos pelas enchentes e chuvas de abril e Poderia. As perdas para a agricultura ultrapassam R$ 5 bilhões, segundo a Confederação Nacional dos Municípios (CNM). Leia mais Chuvas no RS: prejuízos para a agropecuária ultrapassam R$ 5 bilhões MP deve autorizar descontos em parcelas de crédito rural no RS que somam R$ 10 bilhões Suinocultores ainda buscam saídas após enchentes no RS Organização do movimento SOS Agro RS, a manifestação deverá contar com até 500 tratores, e é esperada a presença de milhares de agricultores e pecuaristas. Segundo Graziele de Camargo, coordenadora do SOS Agro RS, os principais protestos estão previstos para ocorrer na sede do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) do Estado, bem como em frente ao prédio onde funciona a Secretaria Extraordinária de Localiza-se o Apoio à Reconstrução do Rio. Grande do Sul. O coordenador do movimento afirma que o protesto deve ocorrer mesmo com a publicação das Medidas Provisórias (MPs) do governo federal que regulamentam o auxílio aos produtores gaúchos. Segundo Graziele, até que a ajuda definida pelos deputados seja concretizada nas contas dos produtores, o apoio aos atingidos pelas cheias não passa de “promessas”. “Até que o auxílio se concretize de fato, vai demorar muito, porque também vai exigir um esforço do Congresso. Os protestos serão mantidos até que a solução seja de fato alcançada pelo produtor”, afirma. O movimento SOS Agro RS defende agendas encaminhadas pela Federação da Agricultura do Rio Grande do Sul (Farsul) e pela Federação dos Trabalhadores na Agricultura do Rio Grande do Sul (Fetag/RS). A Farsul defende uma linha de crédito para financiamento contratada para investimento e captação, com pagamento em até 15 anos, juros de 3% ao ano e carência de dois anos. A Fetag/RS busca anistia de dívidas de pequenos agricultores e auxílio emergencial de um salário mínimo pelo período de seis meses, entre outras medidas. Saiba mais taboola Promessas Na manhã desta terça-feira (30/7), o ministro da Agricultura, Carlos Fávaro, se reuniu virtualmente com representantes do setor produtivo gaúcho e parlamentares da bancada gaúcha na Câmara dos Deputados . O objetivo foi detalhar as ações que serão implementadas a partir de amanhã, com a publicação da primeira MP, que permitirá a concessão de subsídios econômicos com aplicação de descontos nas parcelas do crédito rural dos produtores atingidos pelas enchentes no Estado. Os líderes que participaram da reunião continuam cautelosos na análise das medidas e preferem aguardar a publicação da MP para opinar sobre as ações. Na agricultura familiar, a avaliação inicial é que as demandas serão atendidas com descontos para os atingidos pela tragédia climática. Entre os médios e grandes produtores, a dúvida é se serão aceitos pedidos de linhas de crédito de longo prazo. Mas o governo federal não incluiu o item na MP. Regras Ainda há dúvidas sobre a funcionalidade do desconto parcelado. As regras serão detalhadas posteriormente, por decreto. A previsão é conceder descontos a partir de 30%, de acordo com as perdas apuradas em campo, e a aplicação de uma escala de progressão desse percentual atrelada à perda apurada – e confirmada – na atividade produtiva. As medidas incluirão financiamento com recursos controlados, incluindo ou não equalização de juros. As operações com taxas livres poderão ser reclassificadas por operações financeiras a serem incluídas na medida, disse Fávaro aos produtores. O ministro confirmou ainda que o governo enviará ao Congresso Nacional um PLN para alterar parte da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) que proíbe a concessão de crédito a pessoas e empresas “negativas”. No total, três MPs deverão ser publicadas. Um para conceder descontos, outro para abrir crédito extraordinário para financiar a medida e um terceiro, a ser publicado posteriormente, com regras para renegociação de dívidas privadas de cooperativas, produtores de cereais e revendedores.
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