O presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinou nesta quinta-feira (8) um Medida Provisória (MP) o que isento de Imposto de Renda (IR) você prêmios pagos pelo Comitê Olímpico Brasileiro (COB) aos atletas olímpicos ou para-atletas. Com isso, o prêmios recebidos pelos medalhistas em Paris 2024 não receberá mais desconto 27,5% além do valor pago, conforme previsto na tabela progressiva de 2024.
Segundo a MP, publicada nesta quinta-feira no Diário Oficial da União (DOU), é isento de IR o prêmio em dinheiro pago pelo COB ou Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB) ao competidor que conquistou medalha em Jogos Olímpicos ou Paralímpicos. A validade da MP é retroativa a 24 de julho — dia de início das competições Paris 2024.
Nesta edição dos Jogos, o COB remunerará os medalhistas individual R$ 350 mil por ouro, R$ 210 mil pela prata Isso é R$ 140 mil pelo bronze.
Também há valores para modalidades que concorrem em grupo — com dois a seis atletas — vale R$ 700 mil ouro, R$ 420 mil prata e R$ 280 mil bronze; e nas modalidades coletivo — sete ou mais atletas — que pagam R$ 1,05 milhão por ouro, R$ 630 mil para prata e R$ 420 mil pelo bronze.
Antes do MP, era com desconto do valor do prêmio em dinheiro IRtributar – direto da fonte – em 27,5% os prêmios acima R$ 4.664,68de acordo com a tabela progressiva válida para 2024. Veja como seriam os prêmios para atletas individuais:
Prêmio pago a medalhistas individuais
Medalha | Como seria sem a MP (com desconto de IR) | Após a MP (sem desconto de IR) |
Ouro | R$ 253.750 | R$ 350 mil |
Prata | R$ 152.250 | R$ 210 mil |
Bronze | R$ 101.500 | R$ 140 MIL |
A mudança na legislação foi comemorada pelo COB. Em Publicação No site do Comitê, o presidente da entidade, Paulo Wanderley Teixeira, disse achar “justo que os valores doados pelo COB não sofram nenhum tipo de tributação para que cheguem às verdadeiras estrelas do partido”.
Polêmicas nas redes sociais
A assinatura da MP ocorre após a repercussão na tributação das premiações recebidas pelos medalhistas. Esta semana, diversos perfis publicaram erroneamente nas redes sociais que o medalha olímpica seriam tributados, o que gerou uma enxurrada de críticas ao Governo Federal e à Receita Federal.
Após a polêmica, a Receita Federal declarou que medalhas, troféus e quaisquer outros objetos comemorativos recebidos em evento esportivo oficial realizado no exterior são isentar dos impostos federais, pois seguem uma Instrução Normativa da Autoridade Tributária que garante a isenção. Os prêmios em dinheiro seguem a regra normal de tributação do IR.
Nesta quarta-feira (7), com o tema ainda repercutindo nas redes, A taxa informado que a regra é aplicável a todos os trabalhadores brasileiros e que “não se pode abrir mão do pagamento, pois isso só pode ser feito através da lei aprovado pelo Congresso Nacional”.
Também nesta semana, o Ministério das Comunicações virou alvo de polêmica após fazer uma postagem em que deletou a ginasta Rebeca Andrade da foto em que as americanas Simone Biles e Jordan Chiles se curvam diante dela pela medalha de ouro nos exercícios de solo. A postagem recebeu muitas críticas e a pasta apagou a foto e pediu desculpas pela publicação.
Para que a isenção continue para os medalhistas na próxima edição dos Jogos, nas Olimpíadas de Los Angeles, em 2028, a MP — que vale por 120 dias — precisa virar lei, afirma Eduardo Bitello, advogado tributarista.
“Após o prazo de 120 dias, a MP deverá ser convertida em lei. Essa medida isentou apenas os atletas olímpicos dessas Olimpíadas, e não se aplica a competições futuras. incluiria qualquer competição em que atletas brasileiros representassem o país, como a Copa do Mundo, a Liga Mundial de Vôlei e outros eventos esportivos”, destaca o advogado.
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