O Presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Luís Roberto Barrosodeterminou nesta quarta-feira (31) a redistribuição do relator do processo de Alterações Pix. Dessa forma, o processo que estava sob responsabilidade do ministro Gilmar Mendes passa para o ministro Flávio Dino.
Barroso respondeu ao seu próprio pedido Gilmar Mendes que argumentou que, mesmo tratando de normas diferentes, a atuação no Alterações Pix tem semelhanças com a ação que questiona o Orçamento Secreto no Congresso, do qual Dino é relator.
Tendo em conta as observações trazidas por Gilmar MendesBarroso passou a relatoria a Dino tendo em vista “o risco concreto de decisões conflitantes”, a conciliação em curso proposta pelo ministro Flávio Dino sobre o Orçamento Secreto e o facto de ambas as acções se basearem na falta de publicidade, transparência, supervisão e responsabilização pela utilização de fundos públicos através de alterações parlamentares.
Barroso afirma que embora os padrões sejam diferentes, há necessidade de redistribuir o processo. “Seja porque o tema discutido nesta ADI envolve as mesmas questões discutidas na ADPF 854/DFconsiderando que o Alterações Pix constituem uma espécie de “orçamento secreto”; seja porque uma audiência de conciliação foi realizada no ADPF 854/DFem que um dos objetivos centrais é retirar ‘práticas que viabilizam o ‘orçamento secreto’”, explicou.
Para alterar o relatório, Barroso utilizou um instrumento jurídico chamado prevenção – critério que mantém a competência de um juiz em relação a um caso para evitar decisões conflitantes.
Na terça-feira (30), Gilmar Mendes solicitou à presidência do Tribunal que reavaliasse seu relatório na ação (ADI 7688) proposta pela Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (Abraji) que discute trechos de Emenda Constitucional 105/2019 que instituiu transferências especiais, conhecidas como emendas Pix.
Na petição inicial, a Abraji solicitou que o ministro Flávio Dino foi escolhido como relator, pois havia herdado a ação orçamentária secreta de seu antecessor, o ministro Rosa Weber, e por ter convocado audiência de conciliação sobre o assunto. Porém, o próprio Flávio Dino expressou em sua decisão que o orçamento secreto da ação de seu relator é diferente do caso de Alterações Pixpois são leis diferentes, o que exigiria ação própria.
A emenda Pix permite a utilização de emendas individuais para transferir dinheiro diretamente para estados e municípios, sem estar vinculado a um projeto ou atividade específica. Portanto, sem finalidade específica, os recursos pertencerão aos municípios ou estados no momento do repasse financeiro.
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