Empresa que atende o setor petrolífero lança ferramentas de rastreamento de gado e ferramentas para melhorar produtividade avícola Fornecedora de soluções tecnológicas para os setores de petróleo e gás e mineração, a Sonda Brasil também colocou o agronegócio entre suas prioridades neste ano. A empresa, que faturou US$ 1,48 bilhão em 2023 — cerca de US$ 340 milhões no Brasil — está prestes a lançar no mercado duas ferramentas, uma para rastreamento de gado e outra para melhorar a reprodução de frangos. Leia também Fazenda centenária salta da era do rádio para a dos aplicativos Rastreabilidade abre mercados para produtores de frutas e hortaliças Ambos os projetos foram desenvolvidos pela vertical especializada do agronegócio criada pela empresa no início de 2022, quando a empresa atraiu clientes do setor. Desde então, a multinacional investiu cerca de R$ 5,6 milhões no desenvolvimento das duas aplicações, segundo Rafael Munhoz, gerente multissetorial de pré-vendas da Sonda. Segundo ele, as ferramentas já são utilizadas por duas grandes empresas no Brasil — um frigorífico de bovinos e uma empresa de genética avícola (cujos nomes não são revelados) — e devem chegar ao mercado em larga escala neste semestre. O sistema de rastreamento de gado denominado “Boi Seguro” funciona com blockchain, sensores e geolocalização para rastrear o animal desde as etapas de seleção genética, nutrição, sanidade, manejo, até o abate e venda nos mercados. Munhoz afirma que esse aplicativo começou a ser desenvolvido nos primeiros passos da vertical agro da Sonda Brasil, atendendo a demanda do frigorífico. Dois anos depois, segundo ele, o projeto está validado e novos clientes se interessam. Saiba mais taboola A importância do Brasil no mercado global de carnes justifica os investimentos da Sonda nessa ferramenta, afirma o executivo. “O Brasil é o principal exportador de carne do mundo, faz sentido investir nisso. Adaptamos o que era um produto focado para um cliente e demos escala”, afirma. A outra ferramenta já é oferecida pela Sonda para outros segmentos agrícolas há cerca de dois anos. Na agricultura, por exemplo, com imagens capturadas por drones, uma ferramenta de inteligência artificial escaneia as plantações para identificar pragas e solos inférteis. Agora, a tecnologia foi adaptada para melhorar a reprodução dos frangos. A ferramenta é capaz de identificar problemas nas patas das aves, que comprometem o desenvolvimento e o acasalamento dos animais. Nesse caso, as imagens são captadas por câmeras de alta resolução e as informações são repassadas ao veterinário, explica Munhoz. Com os dados, o profissional pode optar por corrigir o problema ou trocar o animal para manter o nível de fertilidade do galinheiro. Segundo o gestor, há demanda pelas duas ferramentas por parte de agricultores, cooperativas e grandes empresas. “Havia um mito de que a tecnologia só funcionava para grandes empresas e exportadores. Hoje percebemos que os pequenos produtores também buscam tecnologia para se tornarem competitivos e brigarem com os grandes”. A multinacional tem sede no Chile e atua no Brasil, além de Estados Unidos, Argentina, Colômbia, Costa Rica, Guatemala, Equador, Canadá, México, Panamá, Peru e Uruguai.
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