O Sigma Lítiouma produtora de lítio “verde” no Vale do Jequitinhonha, em Minas Gerais, registrou receita de US$ 45,9 milhões no segundo trimestre, ante US$ 37,2 milhões no primeiro trimestre do ano, um crescimento de 23,4%. O resultado líquido, porém, foi um prejuízo de US$ 10,8 milhões, ante um prejuízo de US$ 6,9 milhões no primeiro trimestre do ano. A empresa acaba de completar um ano de operação. A última linha do balanço foi impactada por US$ 14,6 milhões em ajustes cambiais não operacionais, segundo a empresa.
O lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (EBITDA) foi de US$ 8,6 milhões, comparado a US$ 11,9 milhões no primeiro trimestre do ano.
A empresa embarcou 52.572 toneladas de concentrado de lítio para o exterior no segundo trimestre, ante 52.857 toneladas no primeiro trimestre do ano. Foram realizadas duas remessas ao longo do trimestre. As vendas foram complementadas por uma transferência adicional para a Glencore de volumes no porto totalizando 17.270 toneladas no final do trimestre.
A empresa informou que vendeu US$ 54,4 milhões em concentrado de lítio de alta pureza no segundo trimestre, dos quais US$ 49,5 milhões foram faturados no trimestre. O preço de venda equivalente CIF foi de US$ 894 por tonelada. Como resultado, a empresa manteve um prêmio de preço médio de 10% durante o ano.
A produção no segundo trimestre totalizou 49,4 mil toneladas, ante 54,2 mil toneladas no primeiro trimestre. A diferença esteve relacionada com uma pequena interrupção no circuito de moagem em junho, com recuperação para níveis normais a partir de julho. A expectativa da empresa é aumentar a produção no segundo semestre, à medida que os investimentos na unidade forem implementados. Para o terceiro trimestre, a empresa espera produzir cerca de 60 mil toneladas de concentrado de lítio, chegando a 68 mil toneladas no quarto trimestre.
Ana Cabral, CEO e copresidente do conselho de administração da Sigma Lithium, destacou a redução de 22% nos custos no segundo trimestre, para US$ 424 de custo de frete isento de impostos (FOB) por tonelada, estando entre os custos mais baixos do setor. O custo industrial ficou em torno de US$ 364 por tonelada. “Atingimos nossa meta de redução de custos com seis meses de antecedência e isso não afetou em nada a nossa excelência operacional, pois conseguimos manter nossas margens mesmo com a queda dos preços internacionais”, afirmou o executivo. A margem de vendas do porto foi de 54%, a segunda maior entre os produtores de lítio, segundo a empresa.
A empresa destacou que diversificou seus parceiros comerciais, passando a exportar para tradings e indústrias da Coreia do Sul e do Japão. Entre os novos clientes, o CEO destaca a Mitsubishi.
“Este foi o nosso primeiro ano de operação e construímos um histórico de fornecimento de concentrado de lítio de alta qualidade para as principais cadeias de fornecimento de veículos elétricos em todo o mundo. A cada 30 dias entregamos 22 mil toneladas. Essa consistência de embarques é o que nos permite entrar nas cadeias de suprimentos mais desejadas do mundo”, afirmou Cabral.
A empresa informou ainda que já foram iniciadas as obras de ampliação da fábrica da Grota do Cirilo, no Vale do Jequitinhonha (MG). A previsão é acrescentar 250 mil toneladas à capacidade de produção da empresa. O investimento previsto para a expansão é de US$ 100 milhões.
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