O Presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG)adiou a votação do projeto de lei complementar que trata da renegociação da dívida dos Estados, que ocorreria nesta terça (13), para quarta (14).
A intenção é dar tempo aos parlamentares para conhecerem a opinião do relator sobre o assunto, Davi Alcolumbre (União-AP)que deve ser publicado ainda hoje. “Há um compromisso do senador Davi Alcolumbre de formalizar hoje o seu parecer”, disse Pacheco.
Pessoas próximas de Alcolumbre dizem que uma das mudanças deverá passar pela distribuição do Fundo de Equalização a todos os Estados. O modelo deverá seguir o adotado pelo Fundo de Participação dos Estados e do Distrito Federal (FPE).
Além disso, ele também deverá definir o prazo de quatro meses para adesão ao Programa de Pagamento da Dívida do Estado (Propag), a contar da publicação do artigo.
O relator discutiu as mudanças com Pacheco, líderes do governo no Senado, Jaques Wagner (PT-BA)e no Congresso, Randolfe Rodrigues (PT-AP)e membros do Ministério das Finanças. Segundo Jaques Wagner, o texto deve ter a concordância de todos.
Também estava prevista para quarta-feira a Proposta de Emenda à Constituição (PEC), que estabelece medidas para aliviar as contas dos municípios. O texto reabre o prazo para os municípios parcelarem suas dívidas previdenciárias e define limites para o pagamento de precatórios (ordens de pagamento expedidas pela Justiça contra entes públicos).
Outro item que deve constar na pauta desta quarta é o projeto de lei que estabelece compensação pela isenção de folha de pagamento em 17 setores intensivos em mão de obra e municípios com até 156 mil habitantes.
Em plenário, Pacheco comemorou que houve “a concordância do governo com a proposta que fizemos de que a compensação não deveria ser dada através do aumento da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL) em 1%”.
A proposta de aumento da CSLL foi feita pela Fazenda para compensar a isenção, pois a secretaria considerou insuficientes as medidas apresentadas pelo Senado. Os senadores, porém, rejeitam a possibilidade de aumento de impostos.
Entre as propostas apresentadas pelo Senado para compensar a isenção estão medidas como a repatriação de recursos do exterior, a atualização de ativos, a criação de uma espécie de ‘Unwind’ de multas aplicadas por agências reguladoras e a tributação para compras internacionais de até a US$ 50.
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