O panorama phygital está em constante evolução e tecnologias como o 5G, a inteligência artificial (IA) e a Internet das coisas (IoT) criam novos e relevantes desafios de segurança. A velocidade e a conectividade oferecidas pelo 5G, promissoras para o desenvolvimento dos negócios, também abrem portas para ataques cibernéticos mais sofisticados e rápidos.
A implementação do 5G traz um aumento exponencial na quantidade de dados transmitidos e de dispositivos conectados. Esta expansão da superfície de ataque exige estratégias de segurança mais robustas e adaptativas.
As empresas precisam estar preparadas para lidar com ameaças que se movem na velocidade 5G, o que requer sistemas de detecção e resposta quase instantâneos.
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A IA é nada mais nada menos do que uma nova dimensão de inteligência neste contexto. Por um lado, pode ser um aliado na detecção e prevenção de ameaças, na análise de padrões e na identificação de anomalias em tempo real. Por outro lado, pode ser usado para criar ataques mais inteligentes e difíceis de detectar.
O crescimento da IoT acrescenta uma camada extra de complexidade à equação de segurança. Milhões de dispositivos conectados, muitos deles com medidas de segurança deficientes, representam pontos de vulnerabilidade potencial.
As empresas precisam adotar uma abordagem de segurança que englobe todo o ecossistema IoT, desde o design do dispositivo até a segurança da rede como um todo.
Diante desses desafios, a implementação de estratégias de segurança em camadas torna-se imperativa. Essa abordagem holística deve abranger desde o nível de hardware até o nível de aplicação, com cada camada oferecendo proteção dinâmica e adaptativa. A segurança na nuvem também desempenha um papel crucial neste cenário, exigindo a escolha criteriosa de parceiros de confiança e a implementação de medidas robustas de criptografia e controle de acesso.
E o factor humano continua a ser um elemento central na segurança digital. As organizações devem investir continuamente na formação e atualização das suas equipas, fomentando uma cultura de segurança em todos os níveis da empresa. A criatividade e a capacidade de antecipação são tão importantes quanto o conhecimento técnico na prevenção e mitigação de ameaças cada vez mais sofisticadas.
A maturidade da cibersegurança não é um estado final, mas um processo contínuo de evolução e adaptação. As empresas precisam de desenvolver estratégias de longo prazo para melhorar constantemente as suas defesas, reconhecendo que a segurança perfeita é um alvo móvel num ambiente digital em rápida mudança.
A transformação provocada pelo 5G, pela IA e pela IoT é inexorável, as suas vantagens são imensas e existem novas categorias de riscos. Não há soluções prontas nem garantias absolutas neste novo cenário. Estas mudanças exigirão mais do que investimentos em tecnologia ou formação esporádica. Exigirão uma revolução na cultura empresarial, na qual todas as decisões — desde o desenvolvimento de produtos até às estratégias de marketing — serão tomadas tendo a segurança em mente. Só então poderemos construir um futuro digital inovador, confiável e resiliente.
*Silvio Meira é Cientista Chefe da TDS.company, Team Advisor da Lefil Company, professor extraordinário da cesar.school, no Porto Digital e ilustre pesquisador da Asia School of Business, em Kuala Lumpur.
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