O Santander Brasil encerrou junho com R$ 538,502 bilhões em sua carteira de crédito. O saldo aumentou 2,5% ao longo do segundo trimestre e cresceu 7,9% em um ano. Desconsiderando o efeito da variação cambial, houve crescimento de 0,3% no trimestre e redução de 3,0% em um ano, segundo números do balanço do segundo trimestre de 2024, divulgados nesta quarta-feira.
A carteira pessoa física, a mais relevante para o Santander, cresceu 0,9% no trimestre e aumentou 8,7% em 12 meses, para R$ 248,932 bilhões. O segmento foi impulsionado pelas linhas de consignado e cartão de crédito. “A carteira de cartão de crédito pessoa física atingiu R$ 51,015 bilhões, aumento de 3,5% no trimestre e de 11,4% em doze meses, refletindo a retomada do aumento da base de clientes e maior reativação, além do crescimento da receita”.
O financiamento ao consumo cresceu 4,5% em relação a março e 11,8% em relação a junho do ano passado, totalizando R$ 75,450 bilhões.
A carteira das grandes empresas foi de R$ 143,199 bilhões, apresentando aumento de 4,1% em relação a março e aumento de 1,9% em 12 meses.
O saldo das operações com pequenas e médias empresas, por sua vez, foi de R$ 70,922 bilhões ao final do segundo trimestre, aumento de 3,0% em relação a março e de 14,0% na comparação anual.
A carteira de crédito ampliada, que inclui outras operações com risco de crédito e avais e garantias, atingiu R$ 665,592 bilhões, aumento de 1,8% no trimestre e de 7,8% em 12 meses.
O Santander Brasil encerrou o segundo trimestre com inadimplência de 3,2% em sua carteira de crédito, ante 3,2% em março e 3,3% em junho do ano anterior.
A inadimplência das pessoas físicas era de 4,2% ao final de junho, ante 4,3% em março e 4,8% ao final do segundo trimestre de 2023. No caso das pessoas jurídicas, o indicador era de 1,6% ao final de junho, de 1,5% e 1,4%, na mesma base de comparação.
Segundo o banco, nas PME a taxa de incumprimento atingiu 4,7%, um aumento de 0,3 pp no trimestre e de 0,5 pp num ano, “devido a efeitos específicos da alteração do modelo de cobrança e estratégia de renegociação no início do ano”. . Já notamos uma normalização, evidenciada pela melhoria dos atrasos de 15 para 90 dias”.
A inadimplência de curto prazo (15 a 90 dias) foi de 3,5% em junho, 3,8% em março e 4,2% em junho de 2023. No PF, a inadimplência foi de 4,9%, 5,1% e 5,9%, na mesma base de comparação. E no PJ o indicador foi de 1,6%, 2,0% e 1,8%, respectivamente.
O recorde de créditos inadimplentes (formação de NPL) foi de R$ 6,313 bilhões no segundo trimestre. A relação entre a formação de NPL e a carteira de crédito atingiu 1,20%, ante 1,32% no primeiro trimestre e 1,70% no segundo trimestre de 2023.
O Santander informou ainda que sua carteira renegociada atingiu R$ 30,290 bilhões em junho, com queda de 4,4% no trimestre e de 14,9% em doze meses.
O Santander Brasil informou que suas receitas de serviços e tarifas bancárias totalizaram R$ 5,182 bilhões no segundo trimestre, aumento de 6,1% em relação ao trimestre imediatamente anterior e aumento de 17,5% em relação ao mesmo período do trimestre anterior. ano passado.
A principal linha de receita são os cartões, que cresceram 7,2% na margem, atingindo R$ 1,328 bilhão. Posteriormente, as receitas de conta corrente aumentaram 4,2%, para R$ 887 milhões. E as comissões de seguros aumentaram 4,3%, para R$ 992 milhões.
Em despesas gerais, o Santander registrou R$ 6,314 bilhões de abril a junho, aumento de 0,3% no trimestre e de 4,6% em 12 meses. Foram R$ 3,336 bilhões em despesas administrativas (aumento de 3,0% no trimestre e aumento de 1,8% em 12 meses) e R$ 2,979 bilhões em despesas de pessoal (redução de 2,6% no trimestre e aumento de 7,8 % em 12 meses).
O Santander encerrou junho com 55.091 funcionários, queda de 119 funcionários em relação a março e de 80 em relação a junho de 2023. O número de pontos de atendimento foi de 2.507, queda de 81 no trimestre e de 380 em 12 meses.
O índice de eficiência do banco — quanto menor melhor — foi de 39,3% no segundo trimestre, 39,7% no primeiro e 43,1% no segundo trimestre do ano passado.
O Santander Brasil informou que atingiu 67,2 milhões de clientes em junho, com aumento trimestral de 2% e aumento anual de 6%.
Da base total, 31,9 milhões são clientes ativos, crescimento de 3% no trimestre e estável em um ano. Já são 9,1 milhões de clientes vinculados (aqueles que consomem seis ou mais produtos), um aumento de 2% no trimestre e um aumento de 5% em um ano.
Segundo o banco, o NPS (métrica de satisfação) do segmento pessoa física foi de 61 pontos, um aumento de 10 pontos em um ano. Nas pessoas jurídicas, o indicador é de 41 pontos, um aumento de 8 pontos.
No segmento Select, segmento de alta renda, o Santander atingiu 1,5 milhão de clientes. Nesse corte, o NPS é de 70 pontos e a carteira de crédito chega a R$ 69,3 bilhões.
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