O deputado federal Alexandre Ramagem (PL-RJ)ex-diretor da Agência Brasileira de Inteligência (Um balde) no governo do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), negou que a gravação de uma conversa entre os dois obtida pela Polícia Federal tenha sido feita de forma clandestina. O áudio faz parte da investigação que apura monitoramento ilegal de opositores do líder Bolsonaro durante a última gestão federal e foi divulgado nesta segunda-feira (15) pelo ministro Alexandre de Moraesdo Supremo Tribunal Federal (STF).
A gravação é de uma conversa em 2020 entre Bolsonaro, Ramagem, o general Augusto Helenoentão chefe do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), e dois advogados que trataram do caso relativo à casa de “rachaduras”que envolveu o senador e filho do ex-presidente Flávio Bolsonaro (PL-RJ). Segundo a PF, o ex-deputado tentava blindar o filho com a ajuda do ex-diretor da Abin.
Em vídeo publicado nas redes sociais, Ramagem afirma que a gravação foi aprovada pelo ex-presidente. O deputado federal e pré-candidato a prefeito do Rio de Janeiro também nega que a conversa tenha tratado da possibilidade de usar a estrutura da Presidência em benefício de Bolsonaro.
“Essa gravação não foi clandestina, teve aprovação e conhecimento do presidente. A gravação aconteceu porque a informação veio de uma pessoa que viria ao encontro, que teria contato com o governador do Rio na época e que poderia vir com uma proposta não republicana. A gravação, portanto, seria registrar um crime. Um crime contra o Presidente da República. Mas isso não aconteceu e a gravação foi descartada”, disse Ramagem, referindo-se a uma fala de Bolsonaro na gravação.
Ramagem, por sua vez, continuou afirmando que os advogados de Flávio foram conversar com o ex-presidente para denunciar supostas irregularidades envolvendo o Receita fiscal no caso de Flávio, sobre o suposto esquema de repasse de salários dos assessores do senador quando ele era deputado estadual no Rio.
Ramagem negou então ter oferecido a estrutura de inteligência da Presidência para perseguir os auditores responsáveis pelo caso.
“Os advogados pediram o início de uma investigação por meio do GSI. Nesses momentos, falei contra isso em todas as oportunidades durante a reunião. Eu disse que a Inteligência não pode lidar com dados de sigilo bancário e fiscal, [que] não haveria o resultado desejado”, disse o deputado federal.
“As ações do GSI nesse sentido seriam prejudiciais, inclusive para o General Heleno. Não seria o caminho certo a seguir e não teria funcionado.”
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