A plataforma tem mais de 3 bilhões de usuários ativos Facebook Getty Images Atualmente a rede social mais popular do mundo – com 3 bilhões de usuários ativos, segundo a empresa de monitoramento de dados Statista – o Facebook foi lançado no início de 2004, a princípio como um “online” álbum de fotos” restrito a estudantes da Universidade de Harvard, onde eles poderiam postar fotos suas e informações pessoais sobre suas vidas, como horários de aulas e clubes aos quais pertenciam. Cofundador e atual CEO da Meta (que também é dona do Instagram e do WhatsApp), Mark Zuckerberg é o principal nome ligado à criação do Facebook. Mas ele não criou a rede social sozinho. Também são cofundadores Andrew McCollum, Dustin Moskovitz, Chris Hughes e o brasileiro Eduardo Saverin. Qual é o patrimônio líquido de Mark Zuckerberg? Mark Zuckerberg se torna a terceira pessoa mais rica do mundo Musk dá a Zuckerberg um novo desafio de luta: “Em qualquer lugar, a qualquer hora” Alguns meses depois, estudantes de outras escolas de prestígio, como as universidades de Yale e Stanford, foram autorizados a participar. Até junho de 2004, mais de 250 mil estudantes de 34 escolas haviam se inscrito, segundo informações da Britannica Money. Origem do Facebook: envolta em polêmica A história de como o Facebook foi fundado já foi envolta em polêmica. Uma semana depois de lançar o site em 2004, Mark foi acusado por três alunos do último ano de Harvard de roubar a ideia deles. Essa alegação se transformou em um processo, quando uma empresa concorrente fundada pelos idosos de Harvard processou Mark e o Facebook por roubo e fraude. De acordo com o Business Insider, a principal disputa em torno das origens do Facebook girava em torno de saber se Mark havia firmado um “acordo” com os alunos do último ano de Harvard, Cameron e Tyler Winklevoss, e uma colega de classe chamada Divya Narendra para desenvolver um site semelhante para eles – e, em vez disso, paralisou o projeto enquanto ele pegou a ideia deles e construiu a sua própria. Em 2007, o juiz de Massachusetts Douglas P. Woodlock chamou suas alegações de “tecido fino”. Referindo-se ao acordo que Mark supostamente violou, Woodlock também escreveu: “Falar no dormitório não faz contrato”. Um ano depois, o fim finalmente parecia próximo: um juiz decidiu contra a decisão do Facebook de encerrar o caso. Pouco tempo depois, as partes chegaram a um acordo. Mas então houve uma reviravolta. Depois que o Facebook anunciou o acordo, mas antes de o acordo ser finalizado, os advogados dos Winklevosse sugeriram que o disco rígido do computador de Mark Zuckerberg em Harvard poderia conter evidências da fraude de Mark. Especificamente, eles sugeriram que o disco rígido incluía algumas mensagens instantâneas e e-mails contundentes. O juiz do caso recusou-se a examinar o disco rígido e, em vez disso, transferiu-o para outro juiz que aprovou o acordo. Participação de Saverin Segundo o Insider, Eduardo Saverin financiou os primeiros investimentos do Facebook. O brasileiro teria concordado em investir US$ 15 mil em uma empresa que, em abril de 2004, seria formada como Facebook LLC. Pelo seu dinheiro, Eduardo ficaria com 30% da empresa. Eduardo também esteve envolvido nos primórdios do Facebook, como confidente de Mark Zuckerberg, afirma o portal. Em 11 de janeiro de 2004, Mark Zuckerberg registrou o domínio THEFACEBOOK.COM. Em 4 de fevereiro, ele abriu o site para estudantes de Harvard. No verão de 2004, Mark mudou-se para Palo Alto para trabalhar em tempo integral no Facebook e recebeu um investimento de US$ 500 mil do fundador do PayPal, Peter Thiel. Expansão e mudança de nome Em fevereiro de 2012, o Facebook entrou com pedido para se tornar uma empresa pública. Sua oferta pública inicial (IPO) em maio levantou US$ 16 bilhões, dando à empresa um valor de mercado de US$ 102,4 bilhões. Em outubro de 2021, o Facebook anunciou que estava mudando o nome de sua controladora para Meta Platforms. A mudança de nome refletiu uma ênfase no “metaverso”, no qual os usuários interagiriam em ambientes de realidade virtual e avaliariam suas novas oportunidades e riscos. Hoje, a Meta controla Facebook, Instagram e WhatsApp, e também atua em outros mercados, como o de inteligência artificial. A empresa reportou lucro de US$ 13,46 bilhões no segundo trimestre de 2024, um aumento de 73% em relação ao reportado no mesmo período do ano anterior. Quer conferir conteúdos exclusivos da Época NEGÓCIOS? Tenha acesso à versão digital. Mais Lidos
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