Mesmo após o acordo entre Congresso, governo e Judiciário em relação à alterações parlamentares ao Orçamento, o presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados, Caroline DeToni (PL-SC), marcada para sessão da próxima terça-feira (27), quatro propostas de limitar os poderes do Supremo Tribunal Federal (STF) e expanda a lista de ações que podem levar a impeachment de um ministro da Corte.
Parte desse pacote ficou paralisada por decisão do presidente da Câmara, Artur Lira (PP-AL), mas foi encaminhado à CCJ após decisão do ministro do STF, Flávio Dinosuspender o pagamento das alterações orçamentais até que sejam criadas regras para proporcionar mais transparência.
bolsista, Caroline DeToni critica o STF pelo “ativismo judicial”. O parlamentar decidiu dar continuidade ao tema e nomeou dois aliados, os deputados Filipe Barros (PL-PR) e Luiz Philippe de Orléans e Bragança (PL-SP), como relatores de propostas de emenda constitucional (PEC) que limitam os poderes do Supremo Tribunal.
Uma das PECs permite ao Congresso Nacional suspender a eficácia dos acórdãos do STF sobre a análise do controle constitucional em caráter concreto ou abstrato. Para isso, é necessário o voto favorável de 2/3 dos deputados e senadores – ou seja, 342 dos 513 deputados e 54 dos 81 senadores. Esta proposta foi apresentada pelo deputado Reinhold Stéphanes (PSD-PR) com apoio de 184 deputados.
O outro PECjá foi aprovado no Senado Federal em novembro, restringe decisões monocráticas ministros (individuais) do STF e de outros tribunais superiores, como o Superior Tribunal de Justiça (STJ) e o Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Eles só poderão ser utilizados para suspender a eficácia de leis durante o recesso judicial e, mesmo assim, a decisão deverá ser encaminhada ao colegiado no prazo de 30 dias.
Caso o parecer da comissão sobre a admissibilidade dessas PECs seja aprovado, elas ainda precisarão passar por comissões especiais antes de serem votadas no plenário.
Além disso, De Toni colocou na ordem do dia dois projetos de lei que visam ampliar o rol de ações que podem levar a crime de responsabilidade de ministros do STF. Entre eles, “usurpar” poderes do Legislativo. A proposta surgiu como uma reação banco evangélico a julgamentos “progressistas” no campo da aborto e a agenda aduaneira.
Este projeto foi rejeitado pela própria CCJ em 2021, mas não foi arquivado. De Toni nomeou um novo relator, deputado Alfredo Gaspar (União-AL), que apresentou parecer favorável, mas com algumas alterações.
consignado para servidor público
empréstimo pessoal banco pan
simulador emprestimo aposentado caixa
renovação emprestimo consignado
empréstimo com desconto em folha para assalariado
banco itau emprestimo