O pedido faz parte de ofício enviado pela Fetag-RS à bancada gaúcha em Brasília. A Federação dos Trabalhadores na Agricultura do Rio Grande do Sul (Fetag-RS) quer que o valor residual das operações cobertas pelo seguro rural e pelo Programa de Garantia da Atividade Agropecuária (Proagro), dos produtores gaúchos atingidos pelas enchentes deste ano, seja prorrogado . Texto inicial do plugin O pedido faz parte de ofício enviado pela entidade à bancada gaúcha em Brasília com sugestões de alterações à medida provisória 1.247/2024, que autorizou a concessão de descontos nas parcelas do crédito rural aos produtores do Estado. O documento diz que a ampliação do valor das operações de seguros é “essencial para permitir aos agricultores reestruturarem as suas atividades produtivas, garantindo a continuidade da produção agrícola”. O texto não informa o montante de recursos envolvidos. A Fetag-RS também quer anistia total das parcelas residuais para quem teve perda total do bem financiado. Isso envolve não só as parcelas vencidas em 2024 e 2025, mas toda a dívida do produtor. “A medida é fundamental para apoiar os produtores mais afetados”, afirma a entidade. A federação alertou ainda que a comissão interministerial que deverá ser criada para julgar casos de perdas superiores a 60% “enfrentará dificuldades devido ao elevado número de agricultores” nesta situação. A sugestão da Fetag-RS é que o Conselho Municipal de Desenvolvimento Rural seja responsável por deliberar sobre esses casos. A entidade também quer alterar a MP para que os produtores rurais possam escolher entre duas modalidades de benefício: desconto nas operações habilitadas ou renegociação dessas parcelas. “A flexibilidade permitirá aos agricultores ajustar as suas finanças de acordo com as suas necessidades específicas”, refere um comunicado da federação. A Fetag-RS também defendeu a ampliação do limite de crédito e a liberação para agricultores inscritos em cadastros de restrição de crédito. A Fetag-RS também solicitou a publicação de outras duas novas medidas provisórias de apoio às cooperativas e aos produtores de cereais, além de uma ação de renegociação mais abrangente com prazo de 15 anos, dois anos de carência e taxa de juros de 3% ao ano . A entidade propôs a criação do “Programa Desenrola Rural, com condições semelhantes, visando resolver a dívida agrícola causada pelas secas e extremos climáticos dos últimos quatro anos no Rio Grande do Sul”. A MP publicada na semana passada ainda depende da edição de decreto presidencial para que os produtores rurais tenham acesso aos descontos autorizados. Emendas à MP podem ser apresentadas por deputados e senadores até esta terça-feira (8/6).
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