Para o ValorVanderlan declarou que só marcará a data após alinhamento com Pacheco e que Galípolo precisa de tempo para visitar os senadores, no chamado “beijo-de-mão”.
“Estou fazendo tudo alinhado com o Rodrigo [Pacheco]. Na próxima terça-feira nos reuniremos e discutiremos o assunto. Gabriel precisa de tempo para conversar com os senadores”, disse.
O presidente do Senado resiste à ideia do governo federal de realizar audiência antes das eleições municipais. O principal motivo é a relação desgastada com o ministro da Fazenda, Fernando Haddad.
Vanderlan reconhece a relação tensa entre Senado e Executivo e destaca que o governo não cumpriu acordos firmados com parlamentares. Apesar disso, ele afirma que isso não influenciará a audiência do Galípolo.
“O governo precisa cumprir os acordos firmados com o Senado. Se fosse por insatisfação eu nem teria audiência. Mas o Senado fará a sua parte como sempre fez”, declarou o senador.
Nesta quarta-feira, após a indicação, Vanderlan foi procurado pelo líder do governo no Senado, Jaques Wagner (PT-BA) e outros interlocutores do Executivo. Nas conversas, o dia 10 foi sugerido como possível data para a sabatina, com Galípolo visitando os senadores na próxima semana, o que envolverá um esforço concentrado na casa.
A ideia, porém, não agrada Pacheco.
“Essa foi uma ideia proposta em conversas, mas só tomarei uma decisão depois de conversar com o Rodrigo”, ressaltou.
No Palácio do Planalto, a expectativa é que a sabatina aconteça antes das eleições municipais. Integrantes da Secretaria de Relações Institucionais (SRI) afirmam que há acordo com o Legislativo. Do lado de Pacheco, interlocutores dizem que o presidente do Senado alertou o Executivo para as dificuldades em realizar a audiência a menos de um mês das eleições.
Como mostra o Valorhá insatisfação entre o Presidente do Senado e o Ministro da Fazenda. Um dos sinais do descontentamento de Pacheco foi o fato de ele nem ter se encontrado com Haddad antes do anúncio oficial da escolha de Galípolo, conforme relatado pelo próprio ministro.
Entre os pontos de atrito estão a postura de Haddad na tramitação do projeto de renegociação da dívida do Estado, idealizado por Pacheco, e a falta de diálogo do ministro com a liderança do Congresso nas negociações sobre mudanças no formato das emendas parlamentares.
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