Unir países e instituições internacionais em torno do objetivo comum de garantir uma alimentação digna para todos os habitantes do planeta é o propósito da Aliança Global contra a Fome e a Pobreza, principal iniciativa do Brasil na presidência do G20. No Rio de Janeiro, as políticas públicas de combate à insegurança alimentar implementadas pelo governo do estado têm garantido refeições diárias para trabalhadores, estudantes, idosos e moradores de rua, em linha com as prioridades do G20 e os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS). ) da ONU.
Um passo decisivo para garantir uma alimentação saudável à população foi a retomada dos Restaurantes do Povo, que oferecem, a preços subsidiados, café da manhã (R$ 0,50), almoço e jantar (R$ 1 a R$ 3,50). Outro programa de forte impacto é o Café do Trabalhador, que leva kits de café da manhã a pontos de intenso tráfego rodoviário e ferroviário. A RJ Alimenta distribui gratuitamente refeições quentes para pessoas em situação de vulnerabilidade.
Esses três programas distribuíram, só na atual administração estadual, por meio da Secretaria de Desenvolvimento Social e Direitos Humanos, mais de 30 milhões de refeições.
— A fome é o nível mais grave de insegurança alimentar. Hoje os Restaurantes Populares são os principais equipamentos para garantir o direito constitucional da população à alimentação adequada, saudável e em quantidade suficiente. São mais de R$ 250 milhões em investimentos só nos Restaurantes do Povo — afirma Victor Hugo Miranda, superintendente estadual de Segurança Alimentar e Nutricional do Rio de Janeiro.
12 Restaurantes do Povo estão em operação e em breve serão inauguradas unidades em Nova Iguaçu e Queimados, na Baixada Fluminense, e Madureira, na Zona Norte do Rio. O Restaurante do Povo na Central do Brasil é o maior do gênero na América Latina. Em menos de um ano de funcionamento, ofereceu mais de 500 mil refeições. Recebe visitantes regulares como o casal de vendedores ambulantes Emerson Teixeira da Silva, de 38 anos, e Raione de Jesus, de 30 anos.
— Aqui garantimos comida para nós e para o nosso filho de 3 anos. O almoço tem todos os nutrientes e é acompanhado por nutricionista. Tem o que o ser humano precisa para a batalha do dia a dia, e nós salvamos o Bolsa Família — elogia Emerson.
Para Edileuza Gomes Pereira, 65 anos, o restaurante Central é a alternativa quando vai ao centro do Rio. Edileuza também frequenta o Restaurante do Povo em Belford Roxo, na Baixada Fluminense, onde mora.
— O atendimento é ótimo, e a refeição é bem completa para quem tem fome.
No dia 25 de julho, representantes do governo do estado do Rio de Janeiro e do Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome participaram do Encontro Estratégico de Combate à Fome no Estado do Rio de Janeiro, no Palácio Guanabara. Na ocasião, o estado aderiu ao Plano Brasil Sem Fome, que visa retirar o país do Mapa da Fome até 2030. O encontro aconteceu um dia após o pré-lançamento da Aliança Global contra a Fome e a Pobreza. A aliança será oficializada durante a Cúpula de Líderes do G20, nos dias 18 e 19 de novembro, no Rio de Janeiro.
As políticas do governo do Rio de Janeiro para combater a fome também são marcadas pela atenção ao interior. Além de distribuir refeições, realizam ações voltadas à produção e abastecimento de alimentos aos municípios, com assessoria para que possam participar de programas federais como a aquisição de alimentos da agricultura familiar.
“Hoje os Restaurantes Populares são os principais equipamentos para garantir o direito constitucional da população à alimentação adequada”
Victor Hugo Miranda
Superintendência Estadual de Segurança Alimentar e Nutricional do Rio de Janeiro
Economia criativa promove inclusão e diversidade
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A democratização da cultura e a promoção da economia criativa trouxeram diversidade e inclusão ao Rio de Janeiro, com a desconcentração dos investimentos e a valorização da produção em todo o estado, em linha com os princípios do G20 de combate à desigualdade.
Iniciativas do governo do Rio de Janeiro permitiram a utilização de recursos do Fundo Estadual de Cultura, após 20 anos de interrupção. Em quatro anos, a Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa do Rio de Janeiro (Secec-RJ) garantiu investimentos de mais de R$ 1 bilhão nos 92 municípios.
O protagonismo do Estado do Rio se expressa em indicadores econômicos. Levantamento do Itaú Cultural mostra que a indústria criativa é responsável por 3,11% do PIB do país. No Rio de Janeiro, o setor responde por 4,62% do PIB carioca. É a maior participação entre todos os estados e o Distrito Federal.
— Nosso objetivo é democratizar o acesso à cultura e valorizar o interior, que tem muita diversidade como jongo, capoeira, caiçara e carnaval. Criamos a Desenvolvimento Cultura, para dar transparência ao processo, e estabelecemos uma corregedoria com um plano de integridade. Assinamos um convênio com o Sebrae para que os criadores de cultura aprendam a elaborar projetos, gastar dinheiro e prestar contas — destaca Julio Souza, assessor especial de Economia Criativa do Secec-RJ.
A Escola da Cultura RJ foi decisiva para que a arte-educadora Elza Keiko Furuya Pacheco desenvolvesse o projeto Lendas de Paraty, aprovado em edital estadual que utilizou recursos da Lei federal Paulo Gustavo. Durante seis meses, o projeto levou aulas de arte para alunos do ensino fundamental da rede pública e para o Lar do Idoso do município, na zona sul do Rio de Janeiro. Elza iniciará agora mais uma capacitação na Escola de Cultura, sobre prestação de contas.
— O processo de formação dos proponentes é fundamental. Sem esta formação não saberia sair da imaginação e traduzir a minha ideia para uma comissão que tem de decidir entre inúmeras propostas.
Outra iniciativa estadual são os projetos de internacionalização. Por meio de uma delas, em novembro de 2022 a Orquestra Sinfônica Juvenil Chiquinha Gonzaga, formada por alunos de escolas públicas, se apresentou em Portugal e Espanha. As meninas também participaram de programas de intercâmbio e realizaram passeios turísticos.
Experiências e desafios da gestão cultural foram discutidos no Fórum Nacional de Secretários e Dirigentes Estaduais de Cultura, realizado na Casa G20, que funciona na Casa de Cultura Laura Alvim, em Ipanema.
A reunião ocorreu paralelamente à reunião do Grupo de Trabalho Cultura do G20.
“Nosso objetivo é democratizar o acesso à cultura e valorizar o interior, que tem muita diversidade como jongo, capoeira, caiçara e carnaval”
Júlio Souza
Assessor Especial de Economia Criativa da Secec-RJ
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