Ó presidente do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), Marcio Pochmannafirmou nesta segunda-feira (29) que, em seu entendimento, o atual governo iniciou a reconstrução do IBGE, após uma série de dificuldades orçamentárias na gestão anterior.
Durante seu discurso de abertura da Conferência Nacional de Agentes Produtores e Usuários de Dados, nesta segunda-feira (29), Pochmann fez questão de destacar o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e a ministra do Planejamento, Orçamento e Gestão, Simone Tebet, – ministério ao qual Vinculado ao IBGE -, eles têm trabalhado no processo de reconstrução do instituto, “especialmente na sua modernização”. “Isso está sendo feito”, enfatizou ela.
No entanto, admitiu que ainda há muito a fazer no que diz respeito à modernização e reconstrução do instituto. Em sua fala, o presidente do IBGE citou cartazes e faixas que sindicalistas levaram ao evento, pedindo maior remuneração salarial aos funcionários do instituto.
Ele citou um recente reajuste de funcionários, anunciado pelo IBGE e que, agora, o instituto estaria trabalhando para recompor os salários dos trabalhadores temporários, cuja parcela significativa ganharia um salário mínimo, segundo o presidente da instituição.
Pochmann também citou o recente anúncio do concurso do IBGE e reiterou que o concurso deverá prever o acréscimo de cerca de um quarto do quadro total de funcionários do instituto. Atualmente, a instituição emprega cerca de 11 mil pessoas, entre servidores públicos e temporários.
O presidente do IBGE deu as declarações durante conferência promovida pelo instituto em parceria com a Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ). O evento terá seis mesas temáticas e 25 grupos de trabalho, e reunirá mais de 500 técnicos e mais de 100 palestrantes e coordenadores de mesas e grupos. A conferência terá duração de cinco dias, no Campus Maracanã da UERJ, e contará com a participação de representantes de órgãos governamentais de mais de 100 instituições de pesquisa, associações comerciais, do Brasil e do exterior, detalhou o instituto.
Pochmann informou ainda que a intenção dos participantes é que, ao final da conferência, seja produzido um documento com as conclusões dos debates e do evento. Na prática, o documento deverá conter a convergência sobre qual produção de dados o Brasil precisaria oferecer.
José Manuel Salazar-Xirinachs, secretário executivo da Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (CEPAL), também esteve presente no primeiro dia da conferência. Ele destacou a importância da produção de dados nos países, para os governos. “A produção de informação deve ocupar um lugar central na discussão das políticas públicas”, afirmou. Ele também destacou a importância de trabalhar em parcerias nessa área.
O reitor da Uerj, Gulnar Azevedo e Silva, concordou. Ainda no evento, Silva destacou que produzir dados de forma eficaz é essencial “para planear o país e melhorar as condições de vida da nossa população”, disse.
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