Em abril, o Rio Grande do Sul enfrentou a maior catástrofe climática da história do estado. Agora, em setembro de 2024, todos os 62 municípios do estado da Amazônia estão em situação de emergência ambiental, registrando mais de 900 incêndios no mesmo dia. Por causa dos incêndios, São Paulo permaneceu por vários dias como a cidade com a pior qualidade do ar do mundo.
Isso não acontece apenas no Brasil. Países como a Áustria, a Polónia e a República Checa estão a enfrentar secas neste momento. Na China, a população sofre com chuvas intensas.
Até um dos mais renomados cientistas brasileiros, Carlos Nobre, fez a seguinte declaração no Estadão: “Estou apavorado, ninguém previu isso; É muito rápido.” Você pode não concordar com a pesquisa, mas deve reconhecer que o clima é estranho. Se este for o novo normal, surge a questão: que planeta estou deixando para o meu filho?
Acredito que a situação vai piorar muito. Os incêndios liberarão mais carbono na atmosfera, o que contribuirá ainda mais para o aquecimento do planeta. Algumas áreas ficarão mais desérticas, enquanto outras sofrerão chuvas mais intensas. A fumaça dos incêndios continuará a se espalhar por cidades como São Paulo e Brasília, incomodando milhões de pessoas. Essas pessoas começarão a questionar e procurar os responsáveis. E isso já está começando.
Veja essas notícias, por exemplo: “O controle de fogos no Brasil é fraco e despreparado, diz ex-ministro da Agricultura”, “Agricultura do G20: reunião sobre compromissos climáticos é cercada pela fumaça dos incêndios”. Os setores que causam mais emissões são energia, transportes, construção e agricultura. Os colegas de comunicação de empresas destes sectores necessitarão cada vez mais de se defenderem.
O remédio é parar de falar e fazer algo realmente diferente. Não é isso que se exige dos políticos, dos executivos, dos consumidores? Se eu não fizer nada diferente, como posso esperar isso dos outros?
Primeiro, você precisa se engajar politicamente – ser o governo que você gostaria de ter. Ou pelo menos use a sua força para deixar claro que precisamos de políticas que preservem os ecossistemas dos quais dependemos para obter alimentos, água potável e ar respirável.
Na sua empresa, seja mais ousado na inovação sustentável. Seja o executivo que você gostaria de ver tomando decisões mais equilibradas entre lucro e impactos sociais e ambientais. E investe na redução de emissões, utilizando tecnologias alternativas.
Na sua casa você pode calcule sua pegada ecológica e reflita sobre seu consumo. Mudanças como comer menos carne, ter carro híbrido, viajar mais no Brasil e menos internacionalmente ou usar menos energia e água já podem fazer a diferença.
Mas o mais poderoso é o seu dinheiro. Você sabe onde seu fundo de pensão está investindo o dinheiro da sua aposentadoria? Os seus investimentos contribuem para mais emissões ou respeitam os seus valores?
Claro, é desconfortável fazer essas perguntas. Cada um precisa tirar suas próprias conclusões. Mas, se você não fizer nada diferente, pelo menos faça uma coisa: peça perdão aos seus filhos e explique-lhes que, com o seu trabalho e investimentos, você está queimando o planeta.
Você pode culpar os incentivos – seus bônus, o que o mercado valoriza atualmente, o fato de que as emissões são necessárias para manter o emprego, etc. Tenho certeza de que eles entenderão.
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