O Presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG)afirmou nesta terça-feira (20), que os “ajustes” para transparência do alterações parlamentares definidos em reunião entre os Três Poderes “são muito úteis para o Brasil como um todo na execução orçamentária”.
Pacheco: ‘Alguns parâmetros e ajustes são muito úteis e importantes para o Brasil’
Segundo Pacheco, as diretrizes com todas as alterações serão propostas em até 10 dias a partir de acordo entre o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL); o Ministro-Chefe da Casa Civil, Rui Costae o Advogado-Geral da União, Jorge Messias. O acordo foi alcançado em reunião realizada esta tarde para buscar uma solução para a implementação das alterações, que foram suspensas por decisão do Supremo Tribunal Federal (STF). A reunião ocorreu no Supremo Tribunal Federal e foi mediada pelo presidente do Tribunal, Luís Roberto Barroso.
Pacheco afirmou que ele e o presidente da Câmara “não têm problemas em manter essa proporcionalidade ao longo do tempo para que não haja nada que entre em conflito” entre o percentual de crescimento das emendas parlamentares nos próximos anos em relação aos gastos discricionários do governo.
Pacheco deixou claro que a LDO 2025 “buscará obviamente aderir a todas as diretrizes estabelecidas”. Ele não descartou que, caso necessário, também possa ser aprovada uma alteração na LDO 2024.
“O que for preciso para concretizar o que foi definido hoje será feito. Até mudanças constitucionais estão sendo cogitadas”, disse Pacheco. Eventuais mudanças constitucionais, segundo ele, seriam feitas para lidar com a contenção proporcional do crescimento das emendas, por exemplo.
Pacheco considerou que o desvio de dinheiro público pode ocorrer com recursos indicados tanto pelo Legislativo quanto pelo Executivo. “Há pontos que precisam ser contidos, mas o [nova] regra orçamentária para execução dos poderes Executivo e Legislativo será muito boa para garantir transparência, rastreabilidade e fiscalização na utilização desses recursos.”

Pacheco explica quais regras serão adotadas para uso de ‘emendas pix’
Pacheco destacou que a reunião com integrantes do STF e do governo federal foi “muito produtiva, com muito bom diálogo, com o propósito comum de encontrar uma solução”.
“A questão é eminentemente política mas, uma vez judicializada, cabe ao STF decidir. Definimos alguns parâmetros e ajustes que são muito úteis para o Brasil como um todo na execução orçamentária. O orçamento não é exclusivo do Executivo, é do Brasil”, declarou.
Pacheco reforçou que as alterações “devem passar por ajustes para buscar a máxima transparência, rastreabilidade e eficiência possível dos gastos públicos”.
Ele reforçou que as alterações individuais são obrigatórias e, portanto, devem observar normas técnicas para serem executadas. “Este é um ajuste importante a esses impedimentos técnicos que impedem a execução de uma alteração individual”, explicou.
Ele defendeu que a emenda de imposição é uma regra constitucional e aceita por todos os presentes na reunião, inclusive pelos ministros do Supremo.
Sobre “Alterações do Pix”Pacheco disse que foram consideradas diversas alternativas, incluindo a sua extinção. “[Mas] Houve o entendimento de que esta modalidade pode ser muito útil para a execução orçamentária, principalmente em situações onde há obras inacabadas.”
Um dos critérios é definir “antecipadamente e antecipadamente o objeto desta transferência”. “É uma forma de esse recurso não compor aleatoriamente o orçamento do município. Além disso, ficou acordado que será destinado prioritariamente a obras inacabadas”, declarou.
No caso de emendas de bancadaPacheco afirmou que devem basear-se em questões estruturais de interesse mais amplo, de interesse estatal. “Acho isso muito inteligente, porque preserva as alterações da bancada e sua obrigatoriedade. Garante também que não sejam a soma de interesses individuais, mas algo mais estrutural, como a construção de uma barragem, uma grande ponte, um hospital…”
Sobre alterações da comissãohouve o entendimento de que devem ser mantidos atendendo à exigência de serem de interesse nacional e mais amplo. “E coisas não muito detalhadas sobre os municípios, que são foco de alterações individuais”, disse Pacheco.
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