Ó Nubank relatado preconceito de US$ 28 milhões em México no segundo trimestre. Enquanto isso, os analistas vasculham os dados disponíveis no Banco Central do Brasil para tentar identificar onde o carteira de crédito do grupo e especular sobre o que seria possível novos mercados para expansãocom o Ásia surgindo com mais força.
O UBS BB destacou os números do Nubank no México, onde, apesar do prejuízo ter sido muito próximo do registado no primeiro trimestre (30 milhões de dólares), os depósitos cresceram mil milhões de dólares e a carteira de crédito encolheu ligeiramente, para 865 milhões de dólares. A inadimplência aumentou para 7,0%, de 6,7% no trimestre anterior. “Destacamos a manutenção do forte ritmo de crescimento dos depósitos”, afirmam os analistas do Citi, que também olharam para os números da operação mexicana.
No Brasil, utilizando os números do BC de maio, o Itaú BBA aponta que a deterioração da qualidade do crédito do Nubank no segundo trimestre é mais rápida do que a observada no primeiro trimestre. E isto poderá reacender o debate sobre a verdadeira saúde da carteira do banco. Para os analistas, os dados sobre a inadimplência não podem ser vistos de forma isolada.
“Em nossa opinião, a qualidade do crédito deve ser avaliada em conjunto com as receitas e os lucros. Esse sempre foi o modus operandi do Nubank, sempre surpreendendo os mercados desde a sua criação”, afirmam os analistas, apontando que os dados mensais sugerem uma aceleração nos lucros. “Isso indica que o Nubank está efetivamente precificando o maior risco de crédito que assume. Além disso, o crescimento do crédito não está a abrandar. Apesar da deterioração na qualidade do crédito, a carteira permanece robusta.”
Enquanto isso, o Goldman Sachs decidiu estudar para quais outros mercados o Nubank poderia se expandir (além de Brasil, México e Colômbia, onde já atua). Os analistas lembram que o fundador e CEO global do banco, David Vélez, já indicou que mais países estão no radar, mas no médio prazo, após a consolidação das operações atuais.
Para avaliar os possíveis países de expansão do Nubank, os analistas selecionaram mercados com população adulta superior a 30 milhões, penetração de cartão de crédito inferior a 50% e população de renda média. Apresentaram oito candidatos: Indonésia, Filipinas, Índia, Vietname, Tailândia, África do Sul, Nigéria e Turquia. Ou seja, a Ásia se destaca nesta lista.
“Embora não tenhamos uma visão sobre qual país o Nubank poderia entrar em seguida e nossa avaliação seja impulsionada exclusivamente pelo Brasil, México e Colômbia, acreditamos que o modelo bancário de baixo custo do Nubank poderia ser potencialmente replicado em outros países, dada a estratégia do Nubank. O Nubank terá como alvo países grandes com inclusão financeira relativamente baixa e alta concentração bancária”, afirmam analistas do Goldman.
Para o Itaú BBA, outros países latino-americanos, como Chile e Peru, são mercados menores e uma expansão para a Argentina pode fazer sentido em algum momento, mas atualmente não atende aos critérios que os analistas consideram importantes.
Também avaliam a possibilidade de expansão do Nubank para os Estados Unidos, que obviamente é um mercado gigante, mas muito mais desenvolvido e competitivo do que outros países onde o banco atua. “Os mercados desenvolvidos representariam um novo desafio para a empresa, considerando maior penetração bancária, menor rentabilidade estrutural e maior concorrência. Ainda assim, o baixo custo unitário e a gestão de riscos do Nubank poderiam ser uma vantagem competitiva se replicados em outras regiões.”
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