O diretor de política monetária do Banco Central (BC), Gabriel Galípolo, afirmou que quando se olha a direção que os bancos centrais dos países avançados estão tomando, “é muito mais um processo de quando começa um processo de flexibilização monetária ” . O diretor participou do Fórum Anual de Economia e Cooperativas de Crédito, em Anápolis, Goiás, promovido pelo Sicredi nesta terça-feira.
Galípolo destacou que, ouvindo os discursos de Jerome Powell, presidente da Reserva Federal (Fed), “parece-me ser mais uma questão de quando e menos de que direção a política dos EUA está a tomar”. O diretor destacou ainda que o Banco Central Europeu (BCE) fez um corte, mesmo não sinalizando o início de um ciclo de redução das taxas de juros.
Galípolo destacou que a economia dos Estados Unidos surpreende sistematicamente. Segundo ele, pode ser um “fato estranho” para quem está fora da política monetária que quando os dados saem um pouco mais fracos da atividade americana “é um motivo de alívio por parte de quem está conduzindo a política monetária, vocês verão um comentário benigno, ou elogio, ou satisfação, ou alívio de um diretor do Federal Reserve.”
O diretor comparou o Banco Central ao “cara chato da festa”, que, quando chega num momento legal, começa a mandar as pessoas tomarem cuidado e abaixarem o som. “A notícia é boa para todos, que temos uma actividade económica em franca expansão, crescimento de rendimentos, crescimento salarial, somos sempre cautelosos porque o nosso papel, a nossa obrigação, o nosso mandato é garantir o combate à inflação e pelo valor da moeda”, ele disse.
Ele afirmou que juros mais elevados nos Estados Unidos costumam trazer um cenário mais adverso para os países emergentes. No entanto, ele destacou, conforme consta na ata e no comunicado do Copom, que não existe uma relação mecânica entre a política monetária dos Estados Unidos e do Brasil.
Ao falar sobre a reorganização das cadeias globais, o diretor também destacou dúvidas sobre o processo eleitoral nos Estados Unidos. Galípolo destacou que há dois aspectos, um que entende que uma política protecionista por parte do candidato Donald Trump poderia ter um impacto inflacionário pela imposição de tarifas de importação e, consequentemente, um custo maior para a política monetária. Por outro lado, Galípolo destacou que também dizem que talvez um dos objetivos de Trump seria enfraquecer o dólar para ser mais competitivo.
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