O ministro da Defesa, José Múcio, disse hoje que a fronteira entre Brasil e Venezuela está “preparada para qualquer acontecimento”. Segundo ele, o Exército e a Marinha do Brasil reforçaram seus contingentes na região e estão prontos para “tudo”. Apesar disso, Múcio disse acreditar que a intensificação das tensões políticas entre os venezuelanos não deve afetar a fronteira brasileira.
“Temos fronteiras com dez países, o mais difícil neste momento, pelas suas razões políticas, é a Venezuela. Estamos preparados para defender a integridade do território nacional”, disse o ministro.
“Não precisamos de uma defesa preparada e competente para atacar ninguém. Optamos por uma defesa para dizer ‘não’, ‘não entra aqui’, ‘não há passagem aqui’, ‘este é o território do povo brasileiro’. feito isso Nossa fronteira com a Venezuela está muito preparada para qualquer evento. Temos blindados lá, reforçamos o pessoal do Exército e da Marinha. Estamos todos lá esperando que nada aconteça, mas temos que estar preparados para tudo”, acrescentou José. Múcio.
O ministro comentou o assunto durante a comemoração dos 25 anos do Ministério da Defesa, quando questionado sobre as tensões políticas no país vizinho. Recentemente, a oposição venezuelana convocou novos protestos à luz da decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ) da Venezuela de ratificar o resultado da eleição presidencial anunciada pelo Conselho Nacional Eleitoral (CNE) — que declarou Nicolás Maduro como vencedor da disputa, sem apresentar a ata eleitoral.
Sob pressão da oposição, que o acusa de ter fraudado as eleições de 28 de julho, Maduro anunciou esta semana uma grande mudança no seu Gabinete, com mudanças em cargos-chave. Uma das mudanças mais significativas ocorreu na liderança da estatal Petróleos de Venezuela SA (PdVSA). As mudanças aumentam o poder dos conhecidos políticos chavistas de linha dura.
Para piorar a situação, a oposição venezuelana denunciou ontem o alegado rapto de Perkins Rocha, porta-voz da campanha de Edmundo González, que disputou as eleições presidenciais contra Maduro.
María Corina Machado, líder da oposição, acusou o regime venezuelano de estar por trás do acontecimento. “Perkins é nosso advogado pessoal, nosso coordenador jurídico e representante perante a CNE. Um homem justo, corajoso, inteligente e generoso. Um venezuelano exemplar”, escreveu Corina nas redes sociais.
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