O ministro André Mendonçade STF (Supremo Tribunal Federal), prorrogou o prazo para a Unidade apresentar um plano contra o desmatamento em Amazônia. Em março, o tribunal deu 90 dias para elaborar a proposta. O relator pretende também criar um site para divulgar as medidas a serem tomadas.
Embora a decisão tenha sido dada na segunda-feira (2), segundo o despacho, o novo prazo começa a contar a partir do encerramento do anterior, no dia 29. Portanto, o plano deve ser entregue na próxima segunda-feira (9).
O pedido de mais tempo foi feito por AGU (Procurador Geral da União). O órgão afirmou que os documentos produzidos ainda precisam ser submetidos à validação orçamentária do Executivo Federal, a fim de garantir a eficácia das propostas propostas.
Mendonça concedeu o prazo e também determinou que o Sindicato indique o site por meio do qual divulgará informações sobre o programa criado, incluindo relatórios objetivos e transparentes em linguagem de fácil compreensão.
Por fim, exige também um relatório comparativo entre as medidas anteriormente existentes e aquelas desenhadas com base na decisão. “Sem um conhecimento seguro de todo o leque de actividades que já estavam em curso, não será possível comparar adequadamente o que já está a ser feito e o que será feito”, afirmou.
“Os órgãos e entidades competentes comprometeram-se com a construção de um Plano final alinhado aos requisitos contidos na decisão, abordando pontos como cronogramas, metas, objetivos, prazos, projeção de resultados com datas e indicadores esperados, incluindo monitoramento e outros necessários informações”, disse ele ao STF.
Mendonça diz “compreender de forma inadequada a justificação apresentada”, mas aceita o pedido por entender que será necessário avaliar de forma integrada os planos elaborados pelas autarquias e organismos específicos.
“Entendo que a análise quanto à adequação orçamentária das medidas a serem adotadas de acordo com os planos só poderá ser efetivamente avaliada após aprovação, por este Supremo Tribunal, quanto à sua relevância e suficiência, através da aprovação das propostas de ação apresentadas”, disse. afirmou.
Em março, o STF foi unânime em endossar a posição de Mendonça sobre o tema. A decisão foi tomada durante o julgamento de três ações do chamado agenda ambiental do Supremo, vista como uma reação ao que especialistas apontam como um desmonte das políticas públicas no governo Jair Bolsonaro (PL).
Na ocasião, os ministros também determinaram que o programa deverá contar com monitoramento, georreferenciamento, metas e estatísticas. O colegiado também concordou com a adoção de medidas sobre o tema, como o desenvolvimento de projeto para recuperação da capacidade operacional do Sistema Nacional de Prevenção e Combate a Incêndios Florestais.
André Mendonça também destacou a situação atual na região e manifestou preocupação com a seco e o queimado. Em números absolutos, o aumento é de 50 mil casos em relação ao mesmo período do ano passado.
“É preciso reconhecer que a situação piorou ainda mais nos últimos dias, com relatos da mídia oficial de que os incêndios no Brasil aumentaram 80% este ano, tendo sido detectados mais de 112 mil incêndios de janeiro até este mês”, ele disse.
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