O deputado federal Mauro Benevides (PDT-CE) será o relator geral do segundo projeto de lei de regulamentação da reforma tributária (PLP 108/2024), que trata do Comitê de Gestão Tributária de Bens e Serviços (IBS), competência dos Estados e municípios.
A informação foi divulgada nesta segunda-feira (8) pelo deputado Pedro Campos (PSB-PE), integrante do grupo de trabalho (GT) da Câmara dos Deputados dedicado a apresentar parecer sobre o texto. São, no total, sete deputados, incluindo Benevides. O parecer deverá ser divulgado hoje.
“Recebemos formalmente 78 sugestões de alterações no texto e, a partir disso, chegamos a um texto baseado no entendimento dos integrantes do GT”, disse Campos. “Nosso principal desafio foi criar uma estrutura legal e jurídica que pudesse concretizar o desejo do Congresso que estava expresso na Constituição e nas leis complementares”, acrescenta.
Campos aproveitou seu discurso de abertura para parabenizar o presidente da Câmara, Artur Lira (PP-AL), pela condução do processo. “Quando foram definidos dois GTs, sem relator definido, muita gente duvidou que isso daria certo. Hoje vemos que a decisão dele foi acertada e garantiu a entrega dos dois relatórios em um prazo curto. valorizar esse projeto Lira nos deu muita liberdade para elaborarmos esse parecer”, disse.
O parecer referente ao primeiro projeto regulatório, o PLP 68/2024, foi apresentado nesta quinta-feira (4). A expectativa é que pelo menos esse texto seja apreciado no Plenário antes do recesso parlamentar.
Integrantes do grupo de trabalho se reuniram com Lira para definir o cronograma de negociação e votação da proposta.
Eles também aproveitam o encontro para apresentar a Alagoas as sugestões de mudanças feitas pelo secretário extraordinário de reforma tributária do Ministério da Fazenda, Bernard Appy. O assessor do ministro Fernando Haddad (PT) se reuniu esta tarde com o colegiado.
De acordo com ValorLira quer definir o cronograma de negociação – ela pretende marcar um dia para a reunião com lideranças partidárias, quando os pontos polêmicos, que ficaram de fora do texto, serão incluídos ou não no relatório.
Na conversa, o presidente da Câmara também quer bater o martelo na avaliação. Até ao momento, o objetivo continua a ser iniciar a votação na quarta-feira e concluí-la na quinta-feira.
Antes da reunião com Lira, receberam Appy, que apresentou os ajustes que o Tesouro gostaria que fossem feitos no texto.
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