O Ministra do Meio Ambiente e Mudanças Climáticas, Marina Silvadisse que ainda não há um nome definido para gerir a Autoridade Climáticauma figura que será criada para orientar políticas relacionadas a condições climáticas extremas. A criação da pasta é uma promessa de campanha.
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Segundo Marina, o governo está debatendo internamente a criação da instituição, que inclui aspectos como quais órgãos teriam condições de implementar as políticas públicas que serão definidas para combater condições climáticas extremas.
“Neste momento, o que está em vigor é [qual será] o melhor desenho, a melhor estrutura, a melhor política para combatê-la”, afirmou.
A ideia é que a Autoridade Climática seja um departamento capaz de passar por alternâncias de poder, preservando políticas de combate às mudanças climáticas. “Foi assim quando criamos o Serviço Florestal Brasileiro e o ICMBio [Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade”, disse Marina a jornalistas, após participar da 4ª reunião da Iniciativa do G20 sobre Bioeconomia (GIB).
Ela disse que o governo quer uma Autoridade Climática “suficientemente robusta” em qualidade para fazer as articulações necessárias com os demais entes relacionados ao tema, com comitês técnicos “fortes” para lastrear a ação do órgão.
Uma das atribuições da Autoridade Climática é a condução da Política Nacional de Enfrentamento às Mudanças Climáticas, plano que será elaborado com a atuação de diversos ministérios. A política de enfrentamento ao clima, avalia a ministra, criará lastro jurídico que visa reduzir interpretações diferentes sobre um mesmo tema, bem como eatabelecer mecanismos para mitigar efeitos do clima extremo.
“Quando se pensa em calamidade, por exemplo, no velho normal, a gente tem isso [a figura jurídica] definido na Constituição. Teremos que fazer essa divisão. Quando uma calamidade é declarada, tem implicações para o sector dos seguros, por exemplo. Se for declarada uma calamidade permanente, como vamos lidar com isso?”, disse o ministro.
Marina destacou que foi aprovado recentemente um novo Fundo Climático, com mais de R$ 10 bilhões em recursos, e destacou a criação de um fundo global para a preservação das florestas tropicais, que financiaria e remuneraria iniciativas de preservação dessas áreas.
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