O candidato do PRTB a prefeito de São Paulo, Pablo Marçalacusou o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos)de usar a máquina estatal contra ele. Segundo Marçal, o governador estaria “desesperado” com a possibilidade de vencer as eleições contra o atual prefeito da cidade e candidato à reeleição, Ricardo Nunes (MDB)que é apoiado por Tarcísio.
Uma delegada da Polícia Civil de São Paulo concedeu entrevista à equipe de campanha de Nunes, na qual acusou Marçal de prática criminosa conhecida como “pesca”. A ação consiste no envio de e-mails com o objetivo de obter dados pessoais e bancários das vítimas e depois cometer crimes financeiros.
“Ele (Tarcísio) não tem problema de caráter, está desesperado. Ele até usou o sistema contra mim. Foi aberto um processo contra um delegado da Polícia Civil de São Paulo, que se levantou contra mim e isso está sendo investigado. Você, que é apoiadora do Nunes, e a mando do Tarcísio está fazendo vídeos como se fosse uma pesquisadora da National Geographic”, brincou a candidata.
Marçal já disse em entrevistas anteriores que tinha pacto de não agressão com o governador de São Paulo e que só o atacaria para se defender. Tarcísio, que aderiu com mais força à campanha de Nunes, chegou a dizer que poderia anular a votação em caso de segundo turno entre Marçal e o candidato do Psol, Guilherme Boulos.
“Tenho visto o governador Tarcísio em reuniões convocando lideranças e influenciadores para se juntarem a um movimento para barrar um cara chamado Pablo Marçal. Tarcísio, já estive no Palácio (dos Bandeirantes) e falei com você. para ressuscitar um falecido, que é o Nunes, você vai enterrar a sua carreira política”, provocou Marçal.
Nesta quinta-feira (12), antes de reunião com representantes do setor de bares e restaurantes, o ex-técnico disse que, apesar dos atritos, poderá perdoar Tarcísio e governar com ele, caso seja eleito. “Defenda (Nunes) o quanto quiser, mas não se levante contra mim. Seja homem, não se levante contra mim e não enfrente meus irmãos porque isso será muito ruim para sua carreira política “, continuou ele.
O crescimento de Marçal nas pesquisas de intenção de voto perturbou o ambiente do ex-presidente Jair Bolsonaro, que apoia oficialmente Nunes. O apoio do eleitor bolsonarista à candidatura do ex-técnico obrigou o ex-presidente a adotar uma postura errática na campanha, que oscila entre acenos de cabeça e ataques a Marçal.
Pesquisa Quaest, divulgada nesta quarta-feira (11), apontou empate técnico entre Nunes (24%), Marçal (23%) e Boulos (21%). Uma nova rodada da pesquisa Datafolha para a capital paulista está marcada para esta quinta-feira.
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