Depois de dois dias em que os ativos de risco globais apresentaram uma recuperação na sequência do forte sell-off observado desde o final da semana passada, os mercados financeiros iniciam a sessão desta quinta-feira de forma mais cautelosa. Os preços das matérias-primas são mais uma vez penalizados pelos participantes no mercado; Os mercados bolsistas europeus caem, tal como os rendimentos dos títulos do Tesouro, enquanto os futuros de Nova Iorque operam com dificuldade. E, sem grandes novidades nos negócios asiáticos, as discussões sobre a possibilidade de uma recessão nos Estados Unidos estão de volta à agenda.
O JP Morgan foi o último banco a aumentar a probabilidade de a economia americana entrar em recessão até ao final do ano — de 25% para 35% —, avaliando que há uma perda de dinamismo no setor industrial global, além de uma enfraquecimento da procura de mão-de-obra mais acentuada do que o esperado e primeiros sinais de cortes de mão-de-obra. “Estas forças justificam maior preocupação, mas são atenuadas por ganhos contínuos e sólidos na actividade económica global, liderados pelo sector dos serviços”, observa o economista Bruce Kasman.
Ele observa ainda que as vulnerabilidades normalmente associadas a um processo recessivo, como a compressão sustentada das margens de lucro ou alguma tensão nos mercados de crédito, bem como choques nos mercados financeiros ou energéticos, “estão novamente ausentes”. . O banco, portanto, observa que há desaceleração da economia, mas ressalta que as chances de recessão no curto prazo ainda não são altas.
Detalhes sobre o comportamento do mercado de trabalho nos EUA poderão permanecer no radar dos participantes do mercado e ter impacto relevante na dinâmica dos ativos financeiros. Às 9h30, os dados semanais sobre pedidos de seguro-desemprego deverão ser acompanhados pelos investidores, considerando que o recente estresse nos mercados começou há uma semana, justamente após um aumento surpreendente no número de pedidos. Por volta das 8h, a taxa das notas do Tesouro de dez anos caiu de 3,966% para 3,924%.
Além disso, o leilão dos títulos do Tesouro de 30 anos também deverá ser observado pelos agentes financeiros. Ontem, a fraca procura pela dívida pública americana a dez anos manteve elevadas as taxas de juro de longo prazo e ajudou a penalizar as bolsas de valores de Nova Iorque.
Na agenda doméstica, o presidente do Banco Central (BC), Roberto Campos Neto, falará no evento “Cadastro Positivo – 5 anos”, às 9h. O evento acontece em São Paulo e é promovido pela Confederação Nacional das Instituições Financeiras (CNF), pela Associação Nacional das Instituições de Crédito, Financiamento e Investimento (Acrefi) e pela Associação Nacional das Agências de Crédito (ANBC).
O diretor de política monetária do Banco Central, Gabriel Galípolo, participa, como palestrante, do 15º Congresso Brasileiro das Cooperativas de Crédito, promovido pela Confederação Brasileira das Cooperativas de Crédito (Confebras), em Belo Horizonte. Às 18h, Galípolo participa do 28º Encontro de Economistas da Região Sul (Enesul), promovido pelo Conselho Econômico Regional do Rio Grande do Sul em parceria com os Conselhos Regionais do Paraná e de Santa Catarina e o Conselho Econômico Federal.
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