O presidente Luiz Inácio Lula da Silva está atualmente se reunindo com ministros para discutir possíveis soluções para conflitos de terra nas terras indígenas Yanomami e Guarani Kaiowá no Mato Grosso do Sul.
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A reunião conta com a presença dos titulares de JJustiça e Segurança Pública, Ricardo Lewandowski, do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar, Paulo Teixeira, e Povos Indígenas, Sonia Guajajara, Defesa, José Múcio, da Fazenda, Fernando Haddad, da Casa Civil, Rui Costa, do Planejamento e Orçamento, Simone Tebet, da Saúde, Nísia Trindade, da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro, do Meio Ambiente e Mudanças Climáticas, Marina Silva, Gestão e Inovação no Serviço Público, Esther Dweck, Secretaria-Geral da Presidência, Márcio Mâcedo, além do advogado geral da União, Jorge Messias, e a presidente da Fundação Nacional dos Povos Indígenas, Joenia Wapichana.
Como mostra o Valoro governo tenta intervir no conflito, que já dura um mês, na terra indígena Panambi Lagoa-Rica, no Mato Grosso do Sul. A escalada de violência na terra indígena Panambi Lagoa-Rica deixou, no início deste mês, pelo menos oito feridos. A Força Nacional de Segurança Pública foi reforçada na região.
O esforço para resolver a situação está relacionado com a dificuldade do governo em cumprir as promessas nesta área. Em maio, por exemplo, Lula admitiu “frustração” ao anunciar a demarcação de apenas duas novas terras indígenas em vez de seis delas, como previsto para o mês de abril.
Na prática, apenas foram formalizadas as homologações das terras do Cacique Fontoura, no Mato Grosso, e da Aldeia Velha, na Bahia, algo muito aquém do que os líderes esperavam. A promessa da gestão petista era atingir a meta de 14 demarcações até meados do primeiro semestre deste ano, mas como apenas duas delas foram aprovadas, o Executivo agora tem dez terras indígenas entregues desde o início do mandato.
Lula tentou amenizar a decepção responsabilizando os governadores que bloqueavam essas demarcações. Sem citar nenhum estado específico, o presidente disse que algumas das terras indígenas, que teriam sido aprovadas, acabaram sendo entregues indevidamente pelo próprio Executivo a terceiros.
Além disso, Lula deu a entender que alguns desses governadores não reconhecem algumas terras indígenas e, por isso, nem quis receber a ministra dos Povos Indígenas, Sonia Guajajara, para falar sobre o impasse.
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