O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tem sua classificação positiva mais alta em Pernambucanoem comparação com a opinião dos eleitores no Bahiade acordo com a pesquisa Quaesto divulgado nesta quarta-feira (31). Nos dois estados, quase 70% dos eleitores afirmam que poderão votar novamente em Lula em 2026.
No Estado governado por Raquel Lyra (PSDB), o terceiro mandato de Lula é considerado positivo por 52%. Outros 20% dizem que é negativo e 27% dizem que é regular. Na Bahia, também petista Jerônimo Rodrigues47% dão uma avaliação positiva, em comparação com 19% negativa e 32% regular.
Quando o instituto perguntou aos eleitores se eles aprovavam ou desaprovavam o governo do presidente, Lula também teve melhor desempenho entre os pernambucanos: 73% de aprovação, contra 27% de desaprovação. Na Bahia, 69% aprovam e 29% não.
Nas pesquisas nacionais, o presidente geralmente tem melhor desempenho entre os eleitores do Nordeste. No levantamento realizado em julho, o instituto saiu às ruas apenas em Pernambuco e na Bahia.
Em abril, foram entrevistados eleitores de Minas Gerais, São Paulo, Goiás e Paraná. Nestes estados, o cenário para Lula é o oposto, e a avaliação negativa supera a negativa. No Paraná, 41% avaliam a gestão como negativa, ante 30% positiva e 27% regular. Desempenho semelhante em Goiás: 40% negativo, 32% positivo e 27% regular.
Nos dois estados do Sudeste, o presidente está um pouco melhor, mas ainda com avaliação negativa mais elevada. Em São Paulo, há 37% de avaliações negativas, ante 32% de positivas e 29% de regulares. Em Minas, 35% avaliam como ruim. Outros 34% acham que é positivo e 30% acham que é regular.
Na questão aprovar ou reprovar, Minas, São Paulo e Goiás empatam, considerando a margem de erro. No Paraná, 54% desaprovam e 44% aprovam.
A pesquisa Quaest, encomendada pela Genial Investimentos, entrevistou 702 eleitores em Pernambuco e 900 na Bahia entre os dias 25 e 28 de julho. A margem de erro da pesquisa feita em Pernambuco é de 3,7 pontos percentuais, e na Bahia é de 3,3 pontos. O nível de confiança é o mesmo, 95%.
O instituto também fez perguntas projetando as eleições presidenciais de 2026. Em Pernambuco, 69% dos entrevistados responderam que “poderiam votar” em Lula daqui a dois anos, caso ele concorra à reeleição. O percentual é semelhante ao da Bahia (67%).
Quando o nome mencionado for Jair Bolsonaro (PL), 62% dos pernambucanos e 59% dos baianos responderam que “não votariam” no ex-presidente. Outros 26% disseram que votariam em Bolsonaro.
Se o candidato do PT for Fernando Haddad, a maioria (47% em Pernambuco e 40% na Bahia) disse que “não votaria” no atual ministro da Fazenda. 29% dos pernambucanos e 34% dos baianos considerariam votar nele. Quase 25% responderam que não conhecem Fernando Haddad.
Bolsonaro está inelegível até 2030 por decisão da Justiça Eleitoral. Quaest perguntou aos eleitores quem é mais forte para enfrentar Lula caso Bolsonaro não concorra em 2026. A maioria disse não saber ou não respondeu (38% em Pernambuco e 35% na Bahia).
Entre os que escolheram uma das opções apresentadas, a ex-primeira-dama Michel Bolsonaro (PL) fez melhor. Ela foi escolhida por 33% dos pernambucanos e 29% dos baianos.
Em segundo lugar, aparece o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos): citado por 18% dos baianos e 15% dos pernambucanos. Os governadores Rato Júnior (Paraná), Ronaldo Caiado (Goiás) e Romeu Zema (Minas) registraram percentuais inferiores a 10%.
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