O fabricante Votorantim Cimentos encerrou o segundo trimestre com aumento de 10% no lucro líquido, na comparação anual, de R$ 515 milhões. A receita líquida da empresa aumentou 2% no mesmo período, para R$ 7 bilhões. As vendas de cimento, em volume, atingiram 9,6 milhões de toneladas no trimestre, também um crescimento de 2%.
O lucro ajustado antes de juros, impostos, depreciação e amortização (EBITDA) permaneceu estável, em R$ 1,6 bilhão. A margem Ebitda também se manteve estável, em 23%.
O resultado financeiro da empresa foi prejuízo de R$ 360 milhões, pior que os R$ 261 milhões do segundo trimestre de 2023. A empresa compensou a piora da situação financeira com redução de 48% no imposto de renda e na contribuição social.
Os investimentos da empresa em bens de capital cresceram 43% no trimestre, para R$ 679 milhões. A Votorantim Cimentos tem um plano de investimentos de R$ 5 bilhões, dos quais R$ 1,7 bilhão já estão em andamento.
A alavancagem da cimenteira, medida pela dívida líquida sobre o EBITDA ajustado, foi de 1,88 vezes, um aumento de 0,24 vezes face ao ano anterior. Segundo material que acompanha o balanço, isso se deveu à variação cambial.
Nas operações brasileiras, a Votorantim Cimento obteve crescimento de 1% na receita líquida, R$ 3,2 bilhões no segundo trimestre. O EBITDA ajustado desta operação ficou estável, em R$ 566 milhões.
A empresa operava em Rio Grande do Sul afetada pelas enchentes que atingiram o Estado, que resultaram em impacto de R$ 20 milhões, segundo o presidente global da Votorantim Cimentos, Osvaldo Ayres Filho. “Temos todas as operações restabelecidas”, diz ele.
Para o executivo, a previsão do Sindicato Nacional da Indústria de Cimento (Snic) de crescimento de 1,4% nas vendas este ano no Brasil é “realista”.
A operação em América do Norte houve queda de 13% na receita líquida, para R$ 2,1 bilhões. O EBITDA ajustado caiu 10%, para R$ 613 milhões.
Segundo Ayres Filho, a queda foi motivada pela queda na demanda. A American Cement Association (PCA) prevê uma queda de 1,5% nas vendas este ano, com recuperação em 2025.
Na Europa, Ásia e África, a empresa obteve ganho de 16% em receita líquida, totalizando R$ 1,2 bilhão. O EBITDA ajustado aumentou 16%, para R$ 362 milhões.
As operações na América Latina resultaram em receita de R$ 209 milhões, aumento de 4% em um ano, com EBITDA ajustado de R$ 29 milhões, queda de 21%.
Em julho, a Votorantim Cimentos anunciou investimento de R$ 200 milhões na fábrica da empresa em Edealina (Goiás), que deverá dobrar a capacidade de produção da unidade para 2 milhões de toneladas de material. A nova capacidade deverá estar pronta para operar no segundo semestre de 2025.
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