A desenvolvedor Cury encerrou o segundo trimestre com lucro líquido de R$ 172,2 milhões, crescimento de 41,8% em relação ao mesmo período de 2023. A empresa divulgou seus resultados nesta terça-feira (6).
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O lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) foi de R$ 208,9 milhões, aumento de 35,5% em um ano. O Ebitda ajustado pelos juros capitalizados foi de R$ 211 milhões, crescimento de 35,6%.
A Cury obteve receita líquida de R$ 998,1 milhões no trimestre, crescimento anual de 37,2% e recorde para um período. A margem bruta foi de 38,3% e a margem líquida foi de 17,3%, ambas um aumento de 0,6 ponto percentual em relação ao segundo trimestre de 2023.
A empresa teve um retorno sobre o patrimônio líquido de 62%, um aumento de 13 pontos percentuais em um ano. Em junho, a incorporadora apresentou caixa líquido de R$ 477,3 milhões. Houve geração de caixa de R$ 152,1 milhões no trimestre, aumento de 39,5%.
Do lado operacional, as vendas líquidas totalizaram R$ 1,6 bilhão em VGV (valor geral de vendas), considerando apenas a parte Cury, um aumento de 44,4%. Os lançamentos, considerando também apenas a participação da empresa, totalizaram R$ 1,7 bilhão, um aumento de 47,4% em um ano.
Fábio Cury, presidente da incorporadora, afirma que o volume de lançamentos e vendas se manteve no terceiro trimestre. “Nossa estratégia é sempre ser mais forte no primeiro e no segundo trimestres, mas como as coisas estão indo muito bem, continuaremos no mesmo ritmo”, afirma.
A companhia expandiu seu banco de terrenos em 73% em um ano, totalizando R$ 17,6 bilhões em VGV potencial. Fábio Cury diz que o banco já está dentro da meta que é ter “cerca de três anos de lançamentos”.
O volume de vendas diretas ao consumidor realizadas pela empresa cresceu 69%. Essa carteira já chega a R$ 953 milhões.
Segundo Cury, esse tipo de venda é feito para investidores que não se enquadram no Minha Casa, Minha Vida (MCMV) e não pretende adquirir financiamento bancário. “A maioria desses investidores está em Porto Maravilha”, ele afirma. A Região portuária do Rio é uma das principais áreas de atuação da empresa.
Para Fábio Cury, a incorporadora conseguiu aproveitar os “benefícios” do MCMV, que seriam “no melhor momento possível”.
O empresário destacou a restrição anunciada pelo governo, nesta terça-feira (6), à venda de imóveis utilizados no programa, porque ajudaria a política a ter “vida longa” e atingir seu propósito de incentivar empregos e reduzir o déficit habitacional.
Cury lembrou ainda que está em discussão uma atualização dos aluguéis das faixas 1 e 2 do MCMV, atualmente limitados a R$ 2.640 e R$ 4.400. Espera-se um reajuste de acordo com o salário mínimo.
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