Durante reunião de líderes do Senado nesta quinta-feira (11), senadores rejeitou a proposta do Ministério das Finanças em aumentar a taxa de Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL), o que afeta o lucro corporativocomo forma de compensar o redução de imposto sobre folha de pagamento em salário em 17 setores intensivos em mão de obra Isso é condados com até 156 mil habitantes. O presidente da Câmara, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), deixou claro à diretoria que pretende votar a matéria na próxima semana.
Segundo o líder do governo no Senado, Jaques Wagner (PT-BA), os senadores também não aceitam que o aumento da alíquota da CSLL esteja vinculado a um gatilho que só seria acionado caso outras medidas compensatórias não fossem capazes de cobrir o isenção.
“A tendência dos dirigentes é dizer que não aceitam, por enquanto não”, declarou o petista. Ele disse que irá “atravessar a rua” para discutir o assunto com o governo de Presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
Líder do MDB na Câmara, Eduardo Braga (AM) afirmou que todos os partidos são contra o aumento da alíquota da CSLL. Segundo ele, o cardápio do Senado será suficiente e, caso não seja, outras medidas serão debatidas.
“Há um compromisso com um cardápio de alternativas para compensação tributária sem aumentar Carga tributária. Existe esse compromisso de todos os partidos no Senado. Todos expressaram seu compromisso com isso. Isso deveria estar listado no relatório do senador Jaques Wagner”, disse Braga.
Outras medidas de compensação
Segundo ele, há cerca de sete ou oito medidas que poderiam ser adotadas, muitas delas imediatamente pelo governo federal, para compensar. “Se esse esforço não for suficiente para compensar, há o compromisso dos líderes em discutir quais novas hipóteses poderiam ser votadas para que o compromisso fiscal seja mantido pelo Senado”, declarou Braga.
O modelo de desoneração da folha de pagamento para setores da economia foi instituído em 2011, como forma de estimular a criação de empregos. Desde então, foi prorrogado diversas vezes. É um modelo de substituição tributária, em que os segmentos afetados contribuem com uma alíquota de 1% a 4,5% sobre a receita bruta, em vez de 20% sobre os salários. Juntos, os 17 setores geram cerca de 9 milhões de empregos.
No ano passado, o Congresso prorrogou a medida até o final de 2027. Além disso, estabeleceu que os municípios com população inferior a 156 mil habitantes poderão ter a contribuição previdenciária reduzida de 20% para 8%. O texto, porém, foi vetado pelo presidente Lula. Posteriormente, o veto presidencial foi derrubado pelo Congresso e, em resposta, o Executivo enviou uma medida provisória (MP) prevendo novamente o fim das duas modalidades de desoneração tributária, entre outros pontos da agenda fiscal.
Após acordo, o governo propôs um projeto que prevê a manutenção da isenção tributária neste ano e da tributação progressiva a partir de 2025.
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