O Ministro da Justiça, Ricardo Lewandowskiacredita que os Três Poderes chegarão a um “bom acordo” sobre o alterações parlamentares. A declaração, desta sexta-feira (16), surge na esteira da tensão nas relações entre o Judiciário e o Legislativo devido à suspensão desses recursos.
Para o alterações parlamentares São indicados pelo Congresso ao orçamento da União sem necessidade de aprovação do Executivo. Na quarta-feira (14), o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Flávio Dinosuspendeu a execução desses fundos até que passem a seguir critérios de transparência, rastreabilidade e eficácia. Na manhã de hoje (16), o plenário da Corte formou maioria para ratificar a decisão do magistrado.
Lewandowskique já ocupava assento no Supremo, minimizou a crise entre os Poderes. Em evento do grupo Lide, no Rio de Janeiro, o ministro da Justiça afirmou que os conflitos entre instituições são “artificiais”.
“Os conflitos entre Poderes são conflitos artificiais. O Executivo, o Judiciário e o Legislativo dialogam. É claro que numa democracia existem opiniões divergentes. Agora, por exemplo, sobre emendas parlamentares”, disse Lewandowski.“Tenho certeza que chegaremos a uma boa conclusão neste aspecto”, acrescentou.
O ministro aproveitou para defender a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que visa a elaboração de um plano nacional de segurança pública, com coordenação entre forças policiais e de segurança e normalização de dados. Lewandowski afirmou que debaterá o projeto com os governadores, antes de apresentá-lo oficialmente ao Congresso.
“Chegou a hora de repensar o modelo de segurança pública. A criminalidade avançou muito, já não é local. Hoje é interestadual, é transnacional”, disse o ministro, que também afirmou: “Muitas vezes o crime organizado é mais organizado que o Estado”.
Lewandowski acrescentou que é preciso reorganizar o sistema de segurança pública. “Precisamos unir as forças de segurança pública. Não é mais possível termos 27 boletins de ocorrência diferentes, 27 mandados de prisão diferentes e 27 servidores diferentes com formação diferente em 27 entes federados”.
O ministro afirmou ainda que não vai “mudar um único ponto” da competência do polícia civil e militar dos Estados. “Eles terão total autonomia para organizar sua segurança pública. O que queremos é uma conexão [entre as forças]”, disse ele.
Por fim, ele disse que quer fazer a Polícia Rodoviária Federal (PRF) em uma força evidente. “É uma polícia muito bem organizada, muito bem equipada, segue hierarquia, disciplina, tem viaturas, tem aviões, tem armamento de primeira, tem equipamentos. Estamos sugerindo transformá-la em uma polícia federal ostensiva, semelhante ao que os estados têm em suas Polícias Militares”.
Segundo Lewandowski, a PRF atuará não apenas em rodovias, mas também em hidrovias e ferrovias, por onde hoje circulam mercadorias em todo o Brasil. “Também atuará, é claro, para auxiliar em situações de emergência”, acrescentou.
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