O Justiça Eleitoral negada nesta quarta-feira (21) pedido de liminar para suspender o candidatura de Pablo Marçal (PRTB) para a cidade de São Paulo. O pedido foi feito pelo secretário-geral do partido, Marcos André de Andradeque revelou irregularidades na aprovação do convenção de Marçal e registro da sua candidatura.
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O juiz eleitoral Antonio Maria Patiño Zorz afirmou que o atendimento ao pedido poderá resultar em uma decisão irretratável, devido à ausência do nome do candidato na urna eletrônica. O mérito deste e de outros pedidos, porém, ainda não foi julgado..
Esta não é a única tentativa de contestar a candidatura de Marçal. O diretório municipal do PSB em São Paulo, presidido pelo deputado federal e candidato a prefeito Tabata Amaralenviou representação à Justiça Eleitoral pedindo a impugnação da candidatura de Marçal.
Os advogados Hélio Freitas de Carvalho da Silveira e Marcelo Santiago de Paula Andrade, que assinaram a peça, ressaltam que o estatuto do PRTB determina que quem tiver interesse em representar o partido em uma eleição deverá estar filiado há pelo menos seis meses na data da eleição. convenção.
No caso de Marçal isso não teria sido respeitado, pois ele ingressou no partido no dia 5 de abril e a convenção aconteceu no dia 4 de agosto.
Embora o estatuto apresente uma regra geral que estabeleça que a filiação deve ocorrer pelo menos seis meses antes das eleições, no dia 6 de outubro, os advogados defendem que face à contradição, devido ao “princípio da especialidade”, a regra mais específica deve ser considerado.
Essa regra especial presente no estatuto do PRTB determina que, quando houver comissão partidária provisória (situação em que cai o diretório municipal do PRTB), a escolha dos candidatos aos cargos eletivos cabe aos associados com mais de seis meses de filiação.
Além disso, o Ministério Público Eleitoral de São Paulo solicitou a suspensão do registro da candidatura de Marçal por abuso de poder econômico.
O procurador argumenta que haveria abuso de poder econômico relacionado à propagação de cortes de vídeos nas redes sociais. Ele diz que a ação se baseou em representações enviadas ao Ministério Público.
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