A iniciativa global visa ampliar empréstimos e investimentos voltados à produção de gado, soja e sistemas agroflorestais na Amazônia, Cerrado e Chaco O Itaú BBA acaba de aderir ao compromisso de Inovação Financeira para a Amazônia, Cerrado e Chaco (IFACC), iniciativa global que visa ampliar empréstimos e investimentos voltados à produção sustentável de gado e soja, sistemas agroflorestais e manejo sustentável de produtos florestais não madeireiros nesses biomas. Leia também Empresas lançam nova metodologia para remunerar práticas agrícolas sustentáveis Produtores e empresas se unem para levar café sustentável ao Japão Uma das metas coletivas da IFACC é o desembolso conjunto de pelo menos US$ 1 bilhão até 2025 e US$ 10 bilhões até 2030 para financiamento e investimento em modelos de negócios que promovam a expansão da produção agrícola sem a necessidade de desmatamento ou conversão adicional de terras. Pedro Fernandes, diretor de Agronegócio do Itaú BBA, afirma que o banco assumiu o compromisso inicial de atingir R$ 2 bilhões em financiamento para produtos agrícolas ESG até o final de 2025, meta que já está muito próxima de ser cumprida. “Efetivamente, em 2024 já desembolsamos algo próximo de R$ 1,5 bilhão, nestes primeiros oito meses do ano. Em breve poderemos dizer que já atingimos a meta e poderemos contribuir de forma mais material”, disse o executivo à reportagem. O valor financiado pelo Itaú BBA em linhas de crédito ESG, apenas no período acumulado de janeiro a agosto, já triplicou em relação aos R$ 500 milhões registrados no total de 2023. Isso porque, além do aumento na adesão por parte produtores rurais, algumas linhas foram reformuladas e seu escopo de abrangência ampliado, a fim de atender de forma mais assertiva as demandas do setor agropecuário. “Lançamos a linha de bioinsumos, e lançamos uma linha onde reconhecemos as certificações que o produtor possui, por exemplo. Essa expansão de conceito nos permitiu alcançar esse crescimento nas contratações”, explica Fernandes. Ele lembra que o produto financeiro “verde” tem custo menor que o convencional, condições e taxas de juros diferenciadas. Para ter direito à contratação das linhas ESG do banco, o produtor rural precisa adotar certas práticas sustentáveis na fazenda e assumir alguns compromissos ambientais. Há também a opção de linhas voltadas para agricultores que desejam começar a investir em manejo sustentável. “Entendemos que a agricultura é uma parte central da solução para a crise climática”, acrescentou. A iniciativa IFACC, da qual o banco se tornou membro, foi lançada em 2021 pela The Nature Conservancy (TNC), pela Tropical Forest Alliance (TFA), pelo Fórum Econômico Mundial e pelo Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA). “A colaboração com o Itaú BBA fortalecerá significativamente nossos esforços para expandir o financiamento para a transição para uma agricultura mais sustentável no Brasil. Estamos confiantes de que juntos causaremos um impacto positivo duradouro”, disse Greg Fishbein, diretor de finanças agrícolas da TNC.
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