Abhi Manoj Shahpresidente da Azul, destacou que a empresa está confiante com a demanda por voos no segundo semestre.
“Vemos um crescimento significativo das taxas desde o início do trimestre e ainda melhor desde maio. A demanda está melhorando rapidamente e a tendência continua em agosto”, disse o executivo, em teleconferência nesta segunda-feira (12). “Isso vai na contramão do que vemos nos Estados Unidos, onde há sinais de redução da demanda. Os indicadores do Brasil nos dão confiança na demanda no segundo semestre”, disse.
O executivo disse ainda que a empresa tem conseguido superar a alta do dólar e seus efeitos nos negócios. “O aumento de 5% do dólar exigiria um aumento de 3% nas tarifas para compensar os impactos negativos do aumento das despesas”, disse o executivo, sinalizando espaço no mercado para aumentar os preços quando necessário e argumentando que os concorrentes adotaram uma política de controle controlado. preço e oferta.
Shah apontou ainda um plano para melhorar a oferta internacional com a chegada de mais aviões. O grupo espera receber mais duas aeronaves A 330 em setembro, sendo que mais duas entrarão na frota no início do próximo ano.
Do lado da Embraer, o grupo tem entrado em contato com a fabricante para entender melhor o calendário. “Em setembro teremos duas entregas [de E2]”, disse ele. Em geral, as entregas têm atrasado entre 30 e 45 dias.
Um dos principais impactos negativos no trimestre foi a crise no Rio Grande do Sul, que impactou negativamente as contas em R$ 200 milhões. Shah disse que em julho a empresa conseguiu retomar seus níveis normais de reservas, realocando parte da oferta que não era mais oferecida em Porto Alegre.
O presidente da Azul, John Rodgerson, destacou que a empresa espera um resultado positivo no Congresso para a utilização do Fundo Nacional de Aviação Civil (FNAC) como garantia de linhas de crédito no terceiro trimestre.
Em junho, o Senado aprovou a utilização do FNAC como garantia de empréstimos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). A medida foi encaminhada à Câmara dos Deputados para análise.
“Deve ser algo a ser aprovado no terceiro trimestre e entrará em operação no quarto trimestre. Devemos ouvir muito sobre a FNAC nos próximos meses”, afirmou o executivo.
No início de agosto, a empresa também obteve linha de financiamento do BNDES para dez jatos comerciais Embraer E2. A operação vale cerca de R$ 1,9 bilhão.
Segundo os executivos, o financiamento trata de pedidos já feitos pela empresa e não representa ampliação do portfólio.
Alexandre Wagner Malfitani, vice-presidente financeiro e de Relações com Investidores da Azul, destacou que a empresa iniciou conversas com os arrendadores para buscar novas condições para os vencimentos deste ano.
Uma reestruturação de US$ 800 milhões feita pela Azul com arrendadores prevê parte dos pagamentos com emissão de ações a R$ 36, mas hoje o estoque está em R$ 7. Os pagamentos começarão no terceiro trimestre deste ano, totalizando R$ 240 milhões no semestre.
“A Azul tem opção de pagamento em dinheiro ou ‘patrimônio’ [participação acionária]. E sempre podemos conversar com os locadores para negociar novos termos. Estamos negociando com os locadores”, disse o executivo. Malfitani destacou ainda o bom relacionamento da empresa com os locadores.
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