Ó publicar de um seleção para uma vaga do gerente de projeto de uma empresa se tornou viral em LinkedIn depois que o candidato explicou que foi demitido do processo seletivo por não responder rapidamente ao recrutador.
A vaga, diz o recrutador na mensagem, seria de gerente de projetos, analista ou consultor, que o contratante utiliza como “PMO” na conversa — setor de projetos de uma organização.
O candidato respondeu à mensagem uma hora após o contato inicial que o convidou para participar do processo seletivo da empresa.
Depois disso, porém, ele não recebeu mais comentários sobre a vaga e enviou uma nova mensagem. Ao receber o retorno, foi informado que foram selecionados apenas candidatos que responderam rapidamente à mensagem. Confira:
Na postagem, feita nesta terça-feira (2), o profissional relata que não respondeu rapidamente ao recrutador porque eu estava estudando e que o tempo de resposta não deve ser critério de avaliação, destacou. Confira a postagem:
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“Não sei bem o que pensar, mas preferi encerrar a conversa depois desse “feedback”. Eu poderia me justificar, tentar explicar que estava estudando quando recebi a mensagem e que todos os dias reservo algumas horas para estudar e, nesse período, não deixo muito meu celular por perto, mas fiquei tão indignado por eu ter deixado lá”, disse ele. trecho da postagem.
O que as empresas ganham ou perdem com esse tipo de conduta
Daniel Fontana, diretor da Share People Hub, consultoria de RH, explica que É importante diferenciar agilidade em pressa porque os processos seletivos podem ser ágeis e respeitosos, seguindo etapas claras, com análises coerentes da experiência, perfil técnico e comportamental do candidato, o que não acontece em processos apressados.
“Processos apressados como este pulam etapas importantes e violam o respeito ao ser humano do outro lado, buscando a recolocação. Casos como esse geram impactos negativos para todos os envolvidos: para o candidato, que passa por uma experiência péssima e desrespeitosa, para o recrutador, que entrega um processo de má qualidade e tendencioso e, também, para a empresa, que mancha sua marca empregadora no mercado”, pontua.
Antonela Sátyro, mentora de carreira e autora do livro “Líderes que curam”, explica que é preciso proporcionar informação completa de recrutamento do candidato, incluindo prazo para resposta, o que não teria acontecido na mensagem postada.
“Para uma seleção assertiva é preciso responder o 5W2H, que é uma metodologia de plano de ação que responde: o quê, por que, como, quando, quem vai fazer. O recrutador poderia ter incluído na primeira mensagem o tipo de recrutamento que estava sendo feito e por que estava sendo feito, além do tempo para a pessoa responder. Se você não fizer isso, acontece exatamente o que aconteceu”, explica ela.
Um recrutamento como o do cargo, segundo especialistas, também pode:
- Gerar feedback negativo nas redes sociais e em aplicativos que avaliam empresas, como o Glassdoor;
- Fazer com que as pessoas não queiram trabalhar na organização;
- Trazer os candidatos “errados” para dentro da organização, sem alinhamento com a empresa ou com a vaga.
Para Fontana, em um processo seletivo bem conduzido, o recrutador deve mapear o mercado em busca de profissionais que atendam aos requisitos, comunicando, com transparência, o critério processo seletivo para que os candidatos também escolham se querem trabalhar lá.
“Entrevistas e testes de perfil comportamental (confiáveis) ajudam a escolher a pessoa que melhor se adapta ao contexto. Tudo isso pode ser feito de forma rápida e ágil, mas nunca de forma confuso ou apressadoa ponto de pular etapas ou passar por cima de do lado humano das pessoas envolvidas”, afirma o diretor.
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