O Presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG)afirmou nesta terça-feira (20), que o governo retirará o urgência constitucional do projeto de lei complementar (PLP) que regulamenta o reforma tributária. O Ministro das Relações Institucionais, Alexandre Padilhano entanto, evitou cometer.
No regime de urgência, os senadores teriam que analisar o projeto, que já tramitou na Câmara, em até 45 dias. O prazo termina no dia 23 de setembro e, a partir daí, a pauta do plenário da Câmara fica encerrada.
Pacheco já anunciou o líder do MDB, Eduardo Braga (AM)como relator, mas o parlamentar ainda não teve sua designação formalizada pelo presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), Davi Alcolumbre (União-AP). Nos bastidores, Alcolumbre condiciona o início dos trabalhos no colegiado ao afastamento da urgência.
“Na fala do relator na semana passada, em diálogo que teve no Ministério da Fazenda, me parece que ajustaram o entendimento de que essa reforma não tem condições de ser votada no período eleitoral. agenda do plenário parada”, declarou Pacheco. “Diante dessa realidade, fica claro que o governo, em algum momento, vai tirar a urgência de garantir que a agenda do Senado não fique bloqueada
O presidente do Senado defendeu um amplo debate sobre o tema para que os parlamentares consigam chegar a uma alíquota equilibrada para os contribuintes.
“A nossa vontade é reduzir ao máximo a taxa de IVA. Temos que ser mais justos para ter a taxa mais baixa possível. Será o exercício do que é possível, e não do que é desejável. O desejável seria 20%, 19%. Mas faremos o que for possível, quanto mais pudermos reduzir, com base em pressupostos bem estabelecidos das ciências econômicas e sociais, o Senado fará”, pontuou.
Questionado sobre o assunto, Alexandre Padilha não confirmou a informação de Pacheco. “O acordo que temos com o Senado é dar continuidade ao processo, ao debate que está acontecendo. Para o governo, a prioridade absoluta é garantir que a regulamentação seja concluída ainda este ano”, disse Padilha.
“Vamos acompanhar o debate. O tempo de urgência está em contagem regressiva, começou a contagem regressiva agora, não está nem perto de acabar o tempo de urgência. O que queremos é garantir as condições para que a regulação seja concluída ainda este ano Isso é muito importante”, acrescentou.
A primeira minuta do regulamento da reforma foi aprovada pela Câmara dos Deputados em julho. A versão aprovada incluía carnesqueijo e sal cesta básica gratuita. O debate sobre a inclusão destas rubricas envolveu o impacto na taxa normal do novo Imposto sobre Valor Agregado (IVA). Nesse sentido, os deputados aprovaram também um dispositivo para garantir que a nova taxa de imposto se mantém no máximo de 26,5%, valor de referência calculado pela equipa económica tendo em conta o texto original.
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