O Ministro Gilmar Mendesdo Supremo Tribunal Federal (STF), incluiu o crianças maiores de 7 anos na lista dos que não terão as liminares suspensas pelo fornecerpara o Unidadedo remédio Elevidys. O medicamento é usado para tratar Distrofia muscular de Duchenne, um doença rara. Anteriormente, eram liberadas apenas as liminares concedidas em favor de crianças que completassem 7 anos nos próximos seis meses e as concedidas por um ministro do Supremo.
No dia 27 de agosto, o ministro Gilmar Mendes atendeu a um pedido da União e determinou a suspensão das decisões liminares proferidas contra a União para a compra do medicamento Elevidys, cuja dose custa cerca de R$ 17 milhões. A suspensão terá lugar até à conclusão de uma conciliação entre a União e o empresa farmacêutica Roche Brasil para negociações sobre preço e condições de aquisição do medicamento.
Na ocasião, o ministro rescindiu as decisões proferidas pelos ministros do STF e as decisões deferidas em favor das crianças que completassem 7 anos nos próximos 6 meses, a contar da publicação da decisão. Agora, Mendes ampliou o acesso ao medicamento para crianças maiores de 7 anos.
Segundo a Procuradoria-Geral da República (AGU), foram identificados 55 processos em andamento, dos quais 13 possuem decisões liminares para o fornecimento da Elevidys, sendo que 11 deles ainda dependem do cumprimento do Ministério da Saúde. O Sindicato informou que o eventual cumprimento dessas decisões trará um impacto de R$ 252 milhões aos cofres públicos – recursos que poderão ser economizados caso seja assinado um acordo proposto pela União com a farmacêutica.
A AGU diz ainda que se todos os pedidos feitos nas 55 ações em andamento fossem atendidos, o custo estimado para o sistema público de saúde, na situação atual, seria de R$ 1,15 bilhão.
Na época, Mendes informou que o objetivo da decisão não era revogar as liminares, mas apenas suspendê-las até a conclusão das negociações com o laboratório, “o que poderia beneficiar não só os autores das ações em curso, mas todas as crianças com Distrofia Muscular de Duchenne que residem no país”, escreveu o ministro.
O medicamento Elevidys ainda não está registrado no Anvisa. O pedido de registro do produto no país foi feito pela Roche Brasil e está em tramitação.
A primeira audiência de conciliação sobre o assunto foi realizada em 14 de agosto de 2024 e contou com a presença de representantes do Ministério da Saúde, da Anvisa, da Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no Sistema Único de Saúde (Conitec), da farmacêutica Roche Brasil, Hospital Vera Cruz (Campinas) e Hospital Infantil Sabará (São Paulo) – os únicos credenciados para aplicar o medicamento no Brasil –, o Ministério Público e autor da ação no STF. A próxima reunião está marcada para 30 de setembro de 2024.
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