A ideia brasileira de criar um fundo bilionário com recursos de fundos soberanos em países ricospara financiar o conservação em florestas tropicais em todo o mundo, vem ganhando força em todo o mundo, segundo ministro de Meio Ambiente e Mudanças Climáticas, Marina Silva. Ó Mecanismo de financiamento de florestas tropicais (TFFFna sigla em inglês) é um instrumento que foi lançado pelo ministro em COP28no final do ano passado, em Dubai. Na época, o fundo levantou potencial para arrecadar US$ 250 bilhões. “Esperamos que na COP30 o fundo esteja ativo. É um trabalho do tamanho do mundo”, disse ele.
“O Brasil lidera esta iniciativa [do fundo] em parceria com outros países, Indonésia, Malásia, República Democrática do Congo, todos os oito países amazônicos, da cúpula amazônica, e também Congo, Brasília. E estamos em diálogo com a Alemanha, o Reino Unido e também o Banco Mundial para facilitar o pagamento pela proteção florestal”, disse Marina.
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“Normalmente você tem recursos para financiar a redução da destruição florestal. Mas quem tem floresta não tem nenhuma vantagem por ter floresta preservada. Então esse fundo seria para pagar algo em torno de US$ 20 a US$ 30 dólares por cada hectare de floresta preservada aos 80 países que possuem florestas tropicais que, por assim dizer, cumprem um determinado programa, um compromisso para poder ter acesso a esses recursos ” , ele disse.
Comentou que esta iniciativa de protecção florestal, através do fundo TFF, será discutida no âmbito do ministro das Finanças Isso é presidentes do banco central do G20, que acontece quinta (25) e sexta (26), no Rio de Janeiro.
Tributação dos “super-ricos”
Assim como o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, Marina defendeu a importância de discutir a tributação dos “super-ricos”. O ministro defendeu que o tema poderia ser tratado no âmbito do G20.
“No caso do G20, é apenas um espaço onde você tem articulação política, declarações de cunho mais político, declarações, mas isso não significa, digamos, um acordo que gere obrigações. É um espaço para alavancar temas e um espaço para pousar temas. Aproveita quando alguém tem coragem de propor a tributação dos super-ricos dentro de um grupo das 20 maiores economias do mundo”, destacou.
Além disso, para o ministro, o assunto também pode ser discutido em debates em que os países buscam formas de impulsionar mais recursos para projetos que possam proteger o meio ambiente, como o fundo TFFF.
“Não haverá forma de financiar a transição climática de forma justa sem considerarmos a necessidade de procurar recursos adicionais. Então, é um tema que não é, digamos, fácil de resolver. Mas, do ponto de vista ético, é certamente altamente compreensível e necessário, e que espero que possa ser traduzido por alguns grupos de pessoas super-ricas, dos quais já existem alguns no mundo, que estão de acordo”, afirmou. .
No seu entendimento, parte da tributação dos chamados “super-ricos” poderia ser usada para alavancar recursos para o TFFF.
O ministro fez as declarações após participar do evento “COP28-G20 Brasil Finance Track: Tornando o financiamento sustentável disponível e acessível”, promovido pelos Emirados Árabes Unidos, em um hotel da zona sul do Rio. O evento é paralelo às reuniões que acontecem esta semana na capital fluminense relacionadas ao G20.
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