A Força Aérea Brasileira (FAB) afirmou que transportará o órgãos já identificaram vítimas do avião que caiu em Vinhedo (SP) ao aeroporto de Cascavel, no Paraná.
O transporte das urnas funerárias será realizado com a aeronave KC-390 Millennium, operada pelo Primeiro Esquadrão do Primeiro Grupo de Transporte – Esquadrão Gordo, com decolagem prevista às 15h, da Base Aérea de São Paulo, em Guarulhos.
Na segunda-feira, a FAB informou que investigadores do Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa) concluíram a ação inicial envolvendo a aeronave com matrícula PS-VPB durante a manhã. Nesta etapa são realizadas ações e análises no local do acidente que deixou 62 mortos.
“Dessa forma, continua sendo realizada a investigação do acidente aeronáutico, com a coleta de outras informações necessárias, a fim de identificar possíveis fatores contribuintes”, afirmou a FAB.
O Cenipa reforçou que a previsão é que o relatório preliminar do acidente seja divulgado em até 30 dias.
No sábado, a FAB informou que os dois gravadores de voo, popularmente conhecidos como caixa preta, foram transferidos para o Laboratório de Análise e Leitura de Dados de Voo (Labdata) do Cenipa e as análises foram iniciadas.
“O trabalho preliminar de preparação, extração e registro de dados foi iniciado pelos investigadores e deverá continuar, ininterruptamente, pelas próximas horas”, afirmou o órgão.
Segundo a FAB, após a conclusão da chamada ação inicial, realizada no local do acidente em Vinhedo, a investigação passa para a fase de análise dos dados.
“Nesta fase serão examinadas as atividades relacionadas com o voo, o ambiente operacional e os fatores humanos, bem como um estudo detalhado de componentes, equipamentos, sistemas, infraestruturas, entre outros”, refere a nota enviada à imprensa.
Famílias das vítimas do voo 2283 da Voepass planejam processar juntas a empresa. Isso deverá ocorrer após a conclusão do relatório do Cenipa.
Advogados e familiares das vítimas discutem como sustentar a tese de que a empresa foi negligente na manutenção das aeronaves envolvidas na tragédia. Eles citam, por exemplo, relatos de usuários sobre problemas técnicos ao viajar no mesmo avião, como desligamento do ar-condicionado, além de relatos de ex-funcionários da empresa que relataram problemas com a aeronave.
Nada disso foi comprovado ainda. Segundo a Anac, a aeronave ATR-72 envolvida no acidente em Vinhedo (SP) estava em estado regular e com certificados válidos.
A Secretaria Nacional do Consumidor, vinculada ao Ministério da Justiça, deu à Voepass 48 horas para prestar informações sobre o estado de seus aviões, a partir da noite de segunda-feira. Foram exigidos modelos, anos de fabricação e frequência de revisões.
Segundo a agência, desde o acidente “vieram à tona diversas reclamações envolvendo a empresa, desde bagagens danificadas e cancelamentos de voos sem reembolso, até problemas graves como as péssimas condições em que se encontram suas aeronaves”.
A empresa também foi solicitada a prestar esclarecimentos sobre o atendimento aos familiares das vítimas.
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