Eve tem uma cauda de silicone, segue algoritmos de navegação autônomos e usa aprendizado de máquina para entrar no ambiente do recife de coral e coletar dados e vídeos sem ser invasivo. Peixe-robô Eve ‘nadando’ no Lago de Zurique, Suíça Engenheiros do Instituto ETH de Zurique Tecnologia Federal de Zurique (ETHZ) têm criou um peixe-robô que coleta DNA do ecossistema marinho do Lago Zurique, na Suíça, quase despercebido. Eve, como é chamada, é macia, possui cauda de silicone que imita os movimentos de um peixe real e é acionada por bombas internas que não geram ruído. Além disso, ele vem com algoritmos de navegação autônomos de última geração e usa aprendizado de máquina para entrar no ambiente do recife de coral para coletar dados e vídeos sem ser invasivo. De acordo com o grupo de estudantes de engenharia Surf-eDNA, o design biomimético de Eve (que mantém a estrutura física do peixe) evita que outros peixes fiquem assustados. Além disso, o robô filma debaixo d’água e segue o sistema de sonar que, aliado a algoritmos, o protege de esbarrar em obstáculos. A pesquisadora de biologia molecular, Martina Lüthi, explica que os animais marinhos liberam seu DNA no meio ambiente por meio de células da pele, pelos, muco ou matéria fecal. Com esse material, especialistas – como ela – conseguem identificar espécies de uma área sem observá-las ou manipulá-las diretamente. “Foram dois anos de estudos para dar início ao projeto. Agora conseguimos coletar dados sobre espécies marinhas com mais facilidade e sem prejudicar os animais”, comemora. A parceria entre pesquisadores de engenharia e biologia da ETHZ ocorre com frequência, diz Martina, pois a tecnologia é necessária para a coleta de dados em ambientes de difícil acesso ou preservação. Sem o peixe-robô, por exemplo, a pesquisa teria que ser feita com base em amostras de água do lago — o que afetaria os resultados do estudo. “O trabalho se torna mais interessante quando [engenharia e biologia] Começamos a trabalhar juntos”, diz. Texto inicial do plugin Os testes de Eve no Lago Zurique terminaram recentemente e, agora, segundo o pesquisador, os planos incluem novas melhorias tecnológicas, além de testes em diferentes condições e ecossistemas para ver como o robô funciona. Segundo Martina, que faz pós-doutorado na ETHZ, o robô pode ser adotado em outras regiões para estudar a biodiversidade marinha. Na verdade, ele foi projetado para trabalhar em água salgada, e não em água doce, como os lagos que a bióloga molecular Martina visitou. Amazonas em julho deste ano para pesquisar o ecossistema da região, mas desta vez sem a ajuda de Eve. Os resultados da pesquisa só serão divulgados no final do ano. A experiência no Brasil, porém, foi destacada: “Gostei muito. . Muito calor, mas adorei pesquisar a Amazônia!” Mais Lidos
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