Em parecer preliminar apresentado à Comissão Mista de Orçamento (CMO), o relator da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO), senador Confúcio Moura (MDB-RO)afirmou que irá “apoiar” as alterações sugeridas pelos parlamentares que visam ajudar o Rio Grande do Sul depois da tragédia climática enfrentada este ano. Confúcio considerou que a LDO foi preparada pelo Executivo antes da ocorrência do desastre.
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“O objetivo da LDO é apontar as prioridades do governo para o exercício de referência. O PLDO 2025 elaborado pelo Poder Executivo foi enviado ao Congresso Nacional em data anterior ao recrudescimento das precipitações que assolaram o Rio Grande do Sul e causou a devastação que somos todos testemunhas das imagens desoladoras veiculadas em tempo real. Consequentemente, o projeto destaca prioridades que desconsideram as necessidades prementes de resposta à situação de calamidade pública na Região Sul”, avaliou.
“Sensível ao drama vivido por milhões de compatriotas, este relator toma como imperativo cívico honrar as alterações ao PLDO 2025 que o modificam para estabelecer prioridade no atendimento às necessidades decorrentes do evento climático extremo. , ações, programas e metas e medidas específicas para atender tais emergências, além de reforçar aquelas já existentes e relacionadas ao processo de recuperação diante das calamidades públicas, o Congresso Nacional dará uma contribuição da mais alta relevância ao orçamento processo de planejamento na forma de ajustes tempestivos no PLDO, essenciais para permitir que a União responda em 2025 às consequências da atual calamidade pública”, acrescentou.
Uma emenda do senador Sergio Moro (União-PR) sugere que “terão aceitação prioritária as alterações que aloquem recursos para ações que visem implementar políticas robustas de prevenção, adaptação e mitigação dos efeitos climáticos e incentivem o estabelecimento de ajustes interdisciplinares e intersetoriais, que visem melhorar o conhecimento científico sobre redução de desastres”. garantir o desenvolvimento sustentável e integrar a gestão dos riscos climáticos nas políticas públicas”.
“A redução do risco de catástrofes é um tema necessário devido a uma realidade que tem vindo a progredir nos últimos tempos, trazendo a necessidade, não só de se limitar a uma acção eminentemente reactiva, centrada na resposta a catástrofes, mas também de criar estratégias e planos de acção para reduzir os riscos, trabalhando para identificar, avaliar e monitorar os riscos, utilizando o conhecimento, a inovação e a educação para promover a criação de uma cultura de segurança e resiliência em todos os níveis, visando reduzir os fatores de risco e fortalecer a eficácia na resposta em caso de desastre. Assim, a prevenção da calamidade”, explicou o parlamentar.
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