- Ao final do dia, porém, o Ibovespa fechou com alta de 0,99%, aos 127.512 pontos, segunda alta consecutiva após forte estresse global. No mês a queda é de 0,11% e no ano, de 5%; (preliminares)
- O giro financeiro foi de R$ 15,8 bilhões, ante média diária de R$ 16,6 bilhões nos últimos 12 meses.
- Veja detalhes do leilão aqui!
No início, um aceno positivo veio do Japão, o que ajudou a aliviar as taxas no Brasil. O vice-presidente do banco central japonês, Shinichi Uchida, disse claramente que não haveria mais aumentos nas taxas de juro enquanto os mercados estivessem instáveis.
Além de acalmar o sentimento do lado cambial, o comentário teve um efeito positivo na taxa de câmbio. O real voltou a valorizar-se após quedas desencadeadas pelo desmantelamento das operações de carry-trade, que se beneficiam da diferença de taxas entre Brasil e Japão. Para entender melhor o porquê e essa correlação, leia aqui.
- O dólar comercial caiu 0,55%, sendo negociado a R$ 5,63. A moeda acumula queda de 0,52% no mês e de 15,9% no ano.
Um dólar mais barato beneficia a desaceleração da inflação. E menos inflação alivia a pressão sobre as taxas de juro. Ao longo de toda a curva, houve queda no prêmio de risco.
- As taxas de Depósito Interbancário (DI) para janeiro de 2025 passaram de 10,70% para 10,68%. Os prêmios em contratos de prazo mais curto estão mais ligados às expectativas dos investidores em relação à Selic;
- Para janeiro de 2033, passaram de 11,81% para 11,79%. Estas taxas mais longas geralmente medem o “risco fiscal”, que é a capacidade do governo de manter as contas públicas atualizadas.
E assim foi criada a história de superação, em que as lanternas conseguiram carregar o índice nas costas. Construtoras, varejistas e outras empresas menores (chamadas small caps) lideraram os aumentos. Saíram na frente papéis de empresas ligadas ao mercado interno ou que se beneficiam da queda do dólar e dos juros.
As grandes empresas ficaram para trás, com bancos, exportadores de commodities como OK Isso é Petrobrás.
O curioso caso dos bancos
Aumento do lucro, dividendos generosos, boas perspectivas para o futuro. Tudo isso foi visto no balanço Itaú, Bradesco e Santander. Mesmo assim, as ações do setor registaram uma queda acentuada durante grande parte do dia. Nem sempre um bom balanço é suficiente para aumentar o valor de uma ação.
Segundo Larissa Quaresma, analista da Empiricus, a reação negativa foi surpreendente. Ela explica que um dos motivos da queda pode ter sido a estabilidade dos índices de inadimplência, que caíram no restante do mercado, mas permaneceram no mesmo patamar no caso do Itaú. Ela destaca ainda que, sendo o banco o principal ativo do setor, com múltiplo já concedido, não há espaço para notícias que não sejam positivas. Caso contrário, haverá desconto no preço do papel.
Esse ajuste nos preços das ações poderia justificar a queda do Itaú e de seus pares. Após sucessivas altas, os investidores vendem as ações para obter ganhos. Normalmente compram a preços baixos e ao verem saldo positivo se desfazem do investimento, o que aumenta a pressão de venda (oferta) e derruba o preço dos ativos.
Nesse caso, ocorre a chamada “realização de lucros”. Outro motivo da correção é quando o mercado revisa os preços após um momento de certa euforia. E ao reavaliar, você acaba optando por vender (ou comprar, em determinadas situações) os ativos.
“Houve um movimento de valorização nos últimos dias, que convergiu com o resultado positivo do Bradesco e a forte alta ontem do Itaú. Dado que os principais nomes do segmento ganharam força, naturalmente haveria uma correção no meio do caminho. que o mercado está realizando hoje, como um ‘respiro’ diante das altas dos últimos dias”, diz Matheus Nascimento, analista da Levante Inside Corp.
Na última hora de negociação, porém, as ações inverteram o sinal e começaram a subir. A movimentação do setor financeiro encerrou o dia mista com alta das ações do Itaú, BTG, B3 e das ações preferenciais (PN) do Bradesco, com prioridade na distribuição de dividendos. Por outro lado, houve queda nas ações ordinárias do Santander e do Bradesco (ON, com direito a voto nas assembleias), que subiram acentuadamente nos últimos dias.
Embora os estoques de metais tenham caído após mais um dia de desvalorização do minério de ferro, talvez a realização de lucros também possa ter explicado a queda da Petrobras. A empresa que avançou na sequência da recuperação dos preços do petróleo. Porém, um olhar mais micro mostra que a estatal poderá sofrer uma mudança no Conselho. E isso pode ter sido motivo de amargura entre os investidores, que sempre temem que um substituto aumente a interferência política na petrolífera.
Conforme noticiado pelo Valor, caso o secretário de Petróleo e Gás Natural do Ministério de Minas e Energia, Pietro Mendes, seja indicado e aprovado para a diretoria geral da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), o conselho de diretores A Petrobras terá que eleger um presidente interino entre os demais membros, aumentando ainda mais a pressão por nomeações para cargos públicos e estatais.
Os resultados do segundo trimestre e o valor dos dividendos serão divulgados amanhã, após o fechamento do mercado, o que também poderá ter um efeito cauteloso nas ações.
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