O dólar o caixa apresentou leve desvalorização frente ao real nesta segunda-feira (2). Durante toda a manhã, o mercado intercâmbio apresentou dificuldade em estabelecer uma orientação firme, com a volatilidade a revelar-se superior, num dia de feriado nós Estados Unidos.
As operadoras também ficaram de olho no leilão de troca de moeda esta manhã, ainda que a venda de 14,7 mil contratos não tenha consolidado nenhum movimento do real.
As negociações no mercado spot foram encerradas, o dólar comercial caiu 0,32%, cotado a R$ 5,6142após ter tocado na mínima de R$ 5,6043 e tocado na máxima de R$ 5,6595. O euro comercial, por sua vez, registrou leve desvalorização de 0,18%, a R$ 6,2154. Por volta das 17h05, no exterior, o índice DXY caía 0,05%, aos 101.647 pontos.
A sessão foi marcada pela baixa liquidez nos mercados, em feriado nos Estados Unidos. Por conta disso, também houve maior volatilidade. Os operadores comentaram mais uma vez sobre o intervenção do Banco Central no mercado de câmbio via swap, dada a venda dos contratos restantes nesta segunda-feira. Na última sexta-feira (30), o BC havia intervindo no mercado à vista, o que foi justificado como resposta a uma saída de capitais devido ao reequilíbrio no EWZ (ETF MSCI Brazil). Na mesma sessão, porém, a autoridade anunciou outra intervenção, desta vez no mercado de derivativos, via swaps cambiais.
“Deu a impressão de que ou existe algum segmento que não está bem conectado dentro do BC, ou houve um erro de interpretação para essa ação”, afirma o diretor de investimentos (CIO) da Azimut Brasil, Leonardo Monoli. “Porque se o [presidente do BC, Roberto] Campos Neto anunciou na sexta-feira no evento da XP que havia mapeado um fluxo e que não era intenção da autoridade restringir a oscilação cambial, portanto não faria sentido ter essa ação via swap”, acrescenta, afirmando que a demanda excessiva não era aparente. por dólar no mercado de derivativos. “Se tivesse, o mercado teria ‘raspado’ a oferta no primeiro leilão; o mercado pediria ainda mais e não foi isso que aconteceu.”
Tesoureiros de grandes instituições financeiras também questionaram esta medida, sob condição de anonimato. “Pelos nossos cálculos, o reequilíbrio do índice EWZ levaria a uma saída de US$ 1,5 bilhão, o que corresponderia à intervenção realizada pelo BC no mercado spot”, diz o tesoureiro de um grande banco local. “Não consigo entender por que as outras pessoas [intervenções]. Não creio que tenha havido qualquer intenção maliciosa. Talvez o BC tenha visto alguma demanda maior no mercado de derivativos. Mas também não entendo porque fazer um swap cambial no meio da formação da Ptax. Normalmente é feito com a graduação ou antes disso”, observa.
Uma hipótese levantada é que, com o câmbio mais controlado, a autoridade tentaria aumentar os preços em 0,25 ponto percentual na próxima reunião, e não em 0,50 ponto percentual, como era esperado. “Se for assim, é muito preocupante. Acho que o mercado vai ‘torcer o braço’”, afirma outro profissional de mercado. “Ouvi essa hipótese, mas não creio que seja essa. É algo muito específico.”
A avaliação agora é que a taxa de câmbio ganhará um rumo mais certo após a decisão de política monetária do Brasil e dos Estados Unidos, em 18 de setembro, e não antes disso. “E mesmo assim ainda há muitas nuvens. Existe apenas um vetor [que ajuda]que são os juros dos Estados Unidos, contra todos os outros que estão bagunçados”, diz Monoli, da Azimut Brasil. “A China, por exemplo, está fraca e continua fraca, sem sinais de uma reviravolta relevante que seja positiva para a classe emergente como um todo; O México, por sua vez, aponta para um caminho de esquerda mais radical, o que poderia abrir espaço para uma relocalização no Brasil. Mas quando você olha para o Brasil, ainda há muitas incertezas locais.”
Monoli reforça sua preocupação com o setor fiscal brasileiro, especialmente neste segundo semestre. “Temos uma situação fiscal muito indefinida; com um Orçamento dependente de muitas receitas extraordinárias; com definições que estão completamente no Congresso. Isso, num momento em que começam a discutir a sucessão dos presidentes das Casas, que deve ocorrer no início do ano que vem, ou seja, pode atrapalhar a aprovação de pautas”, afirma. “Mais uma vez, poderemos ter um período em que o Brasil perca a oportunidade de ver seus ativos se valorizarem, porque os juros nos Estados Unidos vão cair um pouco, e isso, em tese, é bom para os mercados emergentes. Mas ainda estamos confusos aqui.”
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