Ó dólar reduziu o pico registrado pela manhã, mas encerrou a sessão desta segunda (5) em ascensãoconduzido por aversão ao risco nos mercados globais. No final do negócio, a moeda americana subiu 0,56%, a R$ 5,741Ó nível mais alto em mais de três anos. Em 30 de março de 2021 o pregão encerrou em R$ 5,761.
Taxas de câmbio começaram a semana pressionadas devido aos temores de recessão nos Estados Unidos, o que está afetando o comportamento do mercado em todo o mundo. No exterior, o índice DXY, que mede o dólar frente a seis pares globais, caiu 0,54%.
Pela manhã, havia a possibilidade do Irã atacar Israel devido aos ataques do país no Líbano, na sua cruzada para derrotar o grupo terrorista Hamas. No entanto, o país afirmou que não quer que o conflito se transforme numa guerra regional.
O que está em jogo agora é o possibilidade de forte desaceleração da economia dos Estados Unidos, depois de dados económicos frustrarem as previsões do mercado. Crescem as apostas para um corte de 0,5 pontos percentuais nas taxas de juro nos Estados Unidos por parte do banco central americano (Federal Reserve, Fed) em Setembro, ou mesmo antes.
Lançado às 10h45, o índice de gestor de compras (PMI) de serviços dos EUA, medido pelo S&P, caiu para 55 em Julho, face aos 55,3 registados em Junho. Apesar da ligeira retração, o PMI manteve-se bem acima de 50, em território expansionista, o que também reduziu o dinamismo das perdas nos mercados. O PMI composto teve comportamento semelhante e caiu ligeiramente para 54,3 em julho, de 54,8 em junho.
“Mais uma forte expansão da actividade empresarial no sector dos serviços, que nos últimos dois meses teve o melhor período de crescimento em mais de dois anoscontrasta com a deterioração da situação observada no setor industrial, onde a produção esteve próxima da estagnação em julho”, afirmou Chris Williamson, economista-chefe de negócios da S&P.
Outro dado, divulgado às 11h e que também mede a atividade econômica do setor de serviços, ampliou em julho, de acordo com o relatório ISM PMI. O indicador registrou 51,4 pontos, indicando expansão do setor pela 47ª vez em 50 meses.
Para Marco Maciel, analista do banco Fibracom base nas quedas nas curvas de juros nos EUA e no Brasil e no aumento relativamente mais pronunciado da taxa de câmbio para frente e para trás, o preço do real está excessivamente desvalorizado, então o real deve estar mais próximo de US$ 5,60 do que de US$ 5,70.
No entanto, a desvalorização do real pode ser explicada pela diminuição do apetite externo por risco em ativos de renda variável nos EUA e nas economias emergentes, além do frágil quadro fiscal brasileiro. “As incertezas políticas e fiscais que afetam o México e a Índia e os imbróglios fiscais no Brasil acabam contaminando parte das moedas emergentes, mantendo-as mais desvalorizadas em relação às subidas nas respectivas curvas de juros internas e, principalmente, diante de a queda da curva de juros nos EUA”.
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