O intercâmbio agregado familiar devolveu o stress observado ao longo da semana face à queda firme do dólar contra o real no pregão desta sexta-feira (13). O movimento foi global e a moeda brasileira voltou a se alinhar com os pares dos mercados emergentes, à medida que os investidores mais uma vez incorporaram nos preços dos ativos maiores chances de início de um ciclo econômico. flexibilização monetária da Reserva Federal (Fedo banco central dos Estados Unidos) mais agressivo na próxima semana.
Ao final da negociação no mercado à vista, o dólar foi negociado a R$ 5,5672, queda de 0,92%. No acumulado da semana, a moeda americana registrou queda de 0,41%. Já o euro comercial encerrou o pregão cotado a R$ 6,1668, queda de 0,85%.
O mercado ressurgiu discussões sobre um início mais agressivo de cortes nas taxas de juros nos Estados Unidos. Segundo o jornalista Nick Timiraos, do “Wall Street Journal”, há incerteza quanto ao tamanho do corte de juros esperado pelo Fed na próxima semana, com questionamentos sobre um passo maior no início da flexibilização monetária. Além disso, as declarações do antigo presidente da Fed de Nova Iorque, William Dudley, de que seria a favor de um corte de 0,5 pontos percentuais (pp), reforçaram as apostas numa redução mais agressiva das taxas.
No final das contas, de acordo com os contratos futuros dos Fed Funds compilados pelo CME Group, a possibilidade de um corte de 0,5 pp na taxa de juros era de 45% versus uma probabilidade de 55% de uma redução de 0,25 pp na taxa. dos fundos do Fed na próxima semana.
Além disso, ao longo da semana as moedas latino-americanas, especialmente o peso mexicano, apresentaram alguma recuperação e, nesta sexta-feira, o real consegue acompanhar plenamente seus pares. Ainda no final da tarde, o dólar caiu 1,57% frente ao peso mexicano; rendeu 1,00% em relação ao peso chileno; e caiu 0,77% em relação ao peso colombiano. Já o Índice DXYque mede o desempenho do dólar frente a uma cesta ponderada de outras seis principais moedas, caía 0,25%, aos 101.114 pontos.
O bom desempenho do real, na avaliação do diretor de tesouraria do Travelex Bank, Marcos Weigt, vem na esteira de uma posição técnica muito comprada do dólar frente ao real e zerada ou vendida na bolsa brasileira. “E aí, quando vemos uma valorização dessa magnitude em outras moedas, com forte queda do DXY e subida do S&P 500, essa posição técnica que é mais comprada em dólar pelos fundos e bancos locais, o movimento de queda do o dólar é amplificado”, enfatiza.
Há também a percepção de que o real poderá ser sustentado ainda mais adiante pelo início do ciclo de aperto monetário no Brasil, o que deverá aumentar o diferencial de taxas de juros com os EUA. Em nota enviada aos clientes, estrategistas do Goldman Sachs observam que o último “surto de fraqueza” do real apontou para um desempenho inferior de cerca de 4% em relação aos fundamentos. “E um prémio de risco adicional de 6% permaneceu embutido na moeda desde o segundo trimestre. Na nossa opinião, uma mensagem ‘hawkish’ credível na reunião do Copom da próxima semana poderia fechar esta recente lacuna de desempenho inferior e deveria proteger a moeda de uma maior deterioração nas notícias fiscais ou inflacionárias.”
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