A Dívida Pública Federal (DPF) encerrou julho em R$ 7,140 trilhões, conforme divulgado nesta sexta-feira pelo Tesouro Nacional. O número representa um aumento de 1,02% em relação ao mês anterior.
Considerando os números do Plano Anual de Financiamento (PAF), o DPF encerrou o mês passado dentro dos limites, que variam entre R$ 7 trilhões e R$ 7,4 trilhões no ano.
A Dívida Pública Mobiliária Federal Interna (DPMFi) atingiu R$ 6,822 trilhões, aumento de 1%.
Por sua vez, a Dívida Federal Externa totalizou R$ 317,63 bilhões (US$ 56,10 bilhões), um aumento de 1,28%.
As emissões de DPF corresponderam a R$ 139,60 bilhões, enquanto os resgates totalizaram R$ 131,94 bilhões, resultando em emissão líquida de R$ 7,65 bilhões. Desse total líquido, R$ 10,69 bilhões referem-se à emissão líquida de Dívida Pública Mobiliária Federal Interna (DPMFi) e R$ 3,03 bilhões referem-se ao resgate líquido da Dívida Pública Federal Externa.
O percentual devido em 12 meses da DPF foi de 17,46%, contra 17,40% no mês anterior.
Por fim, o prazo médio foi de 4,03 anos, ante 4,02 anos. Considerando a metodologia “Average Term to Maturity”, que permite uma melhor comparação do Brasil com outros países, a vida média do DPF foi de 5,34.
A participação dos títulos pós-fixados na Dívida Pública Federal passou de 43,74% em junho para 44,95% em julho.
Os títulos prefixados representavam 21,33% da DPF (ante 22,67% da DPF em julho). Os papéis vinculados a índices de preços representaram 29,28% do total (29,17% no mês passado). Os atrelados ao câmbio ficaram em 4,44% (ante 4,42%).
Pelos parâmetros do PAF, a participação dos títulos prefixados deverá ficar entre 24% e 28% da DPF em 2024. Os vinculados a índice de preços deverão variar de 27% a 31% e os títulos indexados à bolsa deverão ficar entre 3 % e 7%.
O custo médio acumulado em 12 meses do estoque de DPF fechou julho em 11,35%, contra 11,10% ao ano registrado no mês anterior. O custo médio da DPMFi foi de 10,77% ao ano, após atingir 10,66% em junho.
No caso das emissões, o custo médio da oferta pública da DPMFi acumulado em 12 meses foi de 10,77% em julho (10,66% em junho). Nesse caso, as Letras do Tesouro Nacional (LTN) tiveram custo médio de 11,66% (11,84%), enquanto o custo de colocação das Notas do Tesouro Nacional Série F (NTN-F) fechou o mês em 10,27% (10,17%). As NTN-B tiveram um custo de 9,69% (9,33%) e as LFTs custaram 11,66% (11,84%).
A participação dos investidores não residentes na dívida mobiliária federal interna (DPMFi) caiu de 10,03% em junho para 9,82% em julho. Em valores absolutos, a participação passou de R$ 677,72 bilhões para R$ 670,21 bilhões.
Os fundos de investimento tiveram uma participação de 21,91% (21,99% em junho). As instituições de previdência fecharam em 23,54% (23,07%). As instituições financeiras encerraram o mês respondendo por 30,56% (30,70%). O governo respondeu por 3,38% (3,48%). As seguradoras ficaram com 3,85% (3,94%).
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