A semana que começa hoje (15) será marcada por indicadores e anúncios importantes no Brasil e no exterior. Os investidores ficam atentos, por exemplo, ao famoso “Livro Bege” dos Estados Unidos, que mostrará o estado atual da economia americana nesta quarta-feira (17). Além disso, na Europa, os dados de inflação são divulgados no mesmo dia e a decisão monetária do Banco Central Europeu é divulgada no dia seguinte (18). Aqui, o principal destaque já acontece hoje. O IBC-Br, indicador conhecido como “prévia do PIB”, será divulgado às 9h. Além, investidores também ficam de olho nas projeções de mercado dadas pelo Boletim Focus. Ainda na lista de “temas do dia” estão O PIB da China, que também promete afetar o pregão, a repercussão do ataque ao candidato presidencial americano Donald Trump, e os discursos de Jerome Powell, presidente do Federal Reserve (Fed, banco central dos EUA).
Pela mediana de 22 estimativas de economistas e instituições financeiras consultadas pelo Valor Data, o Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br) deveria ter desacelerado e aumentado 0,30% em maio em relação a abril. As projeções vão de queda de 0,60% a alta de 0,90%. O Banco Central divulga o indicador às 9h.
Assim como outros indicadores de atividade, o IBC-Br ganha destaque porque além de mostrar a força da economia brasileira, também dá pistas sobre quanta pressão inflacionária existe no cenário atual, maior preocupação do BC. A forte actividade económica pode significar que mais pessoas estão a trabalhar e, portanto, a ganhar e a gastar dinheiro. Claro que isso tem um ponto positivo óbvio, mas o cenário tende a ser acompanhado também de mais inflação.
Como se sabe, a preocupação com o aumento dos preços tem sido uma das principais questões levantadas pelo Banco Central, que mesmo optou por interromper o ciclo de corte da Selic devido a esse cenário. E estas preocupações também se refletem nas expectativas do mercado.
Hoje, às 8h25, a autoridade monetária divulga o Boletim Focus, relatório semanal que traz projeções das economias para alguns dos principais indicadores econômicos do país, como dólar, PIB, Selic e, até, a própria inflação. E nas últimas semanas as estimativas para o IPCA vêm aumentando, o que se traduz em mais cautela no mercado local.
Além da agenda local, hoje o mercado também fica de olho no exterior. A começar pela repercussão dos dados vindos da China. Esta manhã, o país asiático anunciou que o PIB aumentou 4,7% no segundo trimestre em comparação com a mesma perda do ano passado. Embora o número pareça positivo, o mercado esperava um aumento de 5%. Portanto, os sinais são que a economia pode não ser tão forte quanto o esperado, o que deverá impactar negativamente o mercado. As principais consequências no Brasil podem ser para as empresas que exportam para a China, pois o mercado pode entender que a demanda será menor a partir daí.
Mas não é apenas o gigante asiático que está no radar. Os Estados Unidos continuam na mira dos investidores. Primeiro, porque o mercado começa a estudar quais deverão ser os impactos do tiroteio no comício do candidato presidencial Donald Trump.. Segundo analistas, o mercado pode começar o dia de hoje com alguma cautela.
Outro ponto que permanece no radar é o discurso de Jerome Powell, presidente do Fed, em evento que acontece em Washington, às 13h de Brasília. Depois que o presidente deu sinais de que um corte nas taxas de juros pode estar mais próximo do que o esperado lá, os investidores estão à procura de novas pistas sobre quando isso finalmente deverá acontecer.
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