Depois de alguns dias de agendas vazias, os investidores voltam a ter dados e muitas conversas para acompanhar. Aqui estão os dados da receita federal referentes a julho, que ganham ainda mais importância devido à preocupação do mercado com a questão fiscal. No exterior, agentes financeiros monitoram dados de emprego e a leitura preliminar do indicador de atividade PMI Composto, que mostra dados da indústria e serviços dos Estados Unidos. O PMI também foi divulgado na Europa, onde mostrou um aumento. Aí, ainda há ata da última reunião do Banco Central Europeu (BCE) que se segue. Como se não bastasse tudo isso, o mercado ainda acompanha discursos de dirigentes do Banco Central, como Diogo Guillen, de política econômica, e Gabriel Galípolo, de política monetária, que participam do evento. No final do dia, O próprio Roberto Campos Neto, presidente do BC, participa do primeiro dia do Simpósio Jackson Hole, que acontece nos EUA e reúne economistas, banqueiros centrais, políticos e empresários de diversos países.
Com os riscos de os Estados Unidos entrarem em recessão e a inflação voltar a ser assustadora por aqui, o mercado tem prestado muita atenção aos sinais e passos dados pelo Banco Central. Portanto, os investidores monitoram cuidadosamente as declarações de Diogo Guillen, diretor de política econômica da autoridade monetária, em evento promovido pela PUC-Rio às 11h. Próximo, Gabriel Galípolo, da política monetária, fala às 14h30 em congresso da Fenabrave, e às 17h em evento na Fundação Getulio Vargas (FGV). No final do dia, às 21h de Brasília, O próprio Roberto Campos Neto, presidente do BC, participa de evento no Jackson Hole Symposium, nos EUA.
Além dos discursos do BC, O mercado também está de olho nos dados das contas públicas, com os números da receita federal de julho saindo às 10h30. A questão fiscal ganha ainda mais importância agora que o cenário global se tornou mais incerto devido à perspectiva de uma possível recessão nos EUA. Isso porque, se a maior economia do mundo mostrar fragilidade, os investidores evitarão mercados mais arriscados, como o Brasil. Portanto, o mercado espera sinais do governo de que as contas públicas estão sob controle para não afastar daqui os estrangeiros.
Falando nos Estados Unidos, os dados sobre os pedidos de seguro-desemprego da última semana serão divulgados às 9h30. Para quem não se lembra, foi precisamente um enfraquecimento do mercado de trabalho que despertou o alarme entre os investidores sobre os rumos da economia americana. Ontem (21), a revisão preliminar anual da folha de pagamento, relatório oficial do mercado de trabalho americano, mostrou que o país criou 818 mil empregos a menos do que o estimado anteriormente nos 12 meses até março.
Ainda nos EUA, às 10h45 serão divulgados os dados compostos do PMI/S&P Global de lá. O indicador traz números da indústria e dos serviços e pode ajudar a calibrar essas expectativas em relação a uma possível recessão. Os dados também foram divulgados antecipadamente na zona do euro. Lá, o índice de gerentes de compras (PMI) subiu para 51,2, ante 50,2 registrados em julho. É a melhor leitura em três meses, o que pode trazer bom humor ao mostrar recuperação na região.
Mesmo assim, o Banco Central Europeu (BCE) permanece cauteloso devido à inflação ainda fora da meta. Não é de surpreender que, após o primeiro corte nas taxas de juros realizado desde 2019, a autoridade monetária tenha decidido manter as taxas de juros na sua última reunião e “esperar para ver”. Hoje, às 8h30, o mercado acompanha a ata desta reunião em busca de pistas sobre o que está por vir.
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