A quinta-feira (5) começa com o mercado de olho em mais dados de emprego dos Estados Unidos. Desta vez, o destaque vai para o relatório produzido pela Automatic Data Processing (ADP) que mostra o número de vagas de emprego criadas no setor privado em agosto. Se o número mostrar um esfriamento, a tese de que o Federal Reserve (Fed, banco central americano) tem mais espaço para cortes maiores nas taxas de juros poderá ganhar força. Aqui, investidores acompanham as falas de Diogo Guillen, diretor de Política Econômica do Banco Central, que palestra em evento organizado pelo UBS. Além disso, o Tesouro publica as contas do Governo Central relativas a Julho e também são divulgados os dados da balança comercial de Agosto. O a revisão da bandeira tarifária pela Aneel é outro assunto que deve afetar o mercado ao longo do dia.
Nesta quinta-feira (5), os principais anúncios locais acontecem no período da tarde. Às 14h, o Tesouro divulga as contas do Governo Central relativas a julho e, posteriormente, às 15h, é divulgada a balança comercial de agosto. As contas públicas continuam no radar porque a questão fiscal continua a ser uma das principais preocupações do mercado. Isso porque um governo com as contas em dia traz mais segurança aos investidores e, portanto, atrai capital para o país.
Além desses dados, o mercado também está de olho nas falas de Diogo Guillen, diretor de Política Econômica do Banco Central, que fará palestra às 13h em evento organizado pelo banco UBS. Os investidores continuam em busca de pistas sobre o futuro da Selic. Embora esteja praticamente confirmado um aumento da taxa básica de juros na próxima reunião, o mercado tenta encontrar pistas sobre o tamanho desse avanço.
Outro assunto que continua no radar até hoje é o anúncio feito pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) ontem (4). Na ocasião, a agência disse ter reconsiderado o acionamento da bandeira vermelha nível 2 após enviar correção nas informações do Operador Nacional do Sistema (ONS). Com isso, a bandeira vermelha, nível 1, passa a valer.
Na prática, esse reajuste significa que a conta ficará “um pouco menos cara” no bolso dos brasileiros. E, como se sabe, isso também deverá refletir-se na inflação. Portanto, se o reajuste for menor, espera-se também que este tenha um peso menor no IPCA.
Por fim, na agenda internacional, o mercado está de olho em mais dados de emprego nos Estados Unidos. Ontem (4), o relatório do Jolts mostrou que o número de vagas abertas ali foi o menor em três anos e meio. Hoje as atenções estão voltadas para a pesquisa da ADP, que sai às 9h15 em Brasília.
Para quem não se lembra, os fortes dados de emprego foram os principais responsáveis pelo adiamento do corte das taxas pelo Fed. Isso porque um mercado de trabalho forte tende a trazer consigo mais pressão inflacionária, que era a principal preocupação da autoridade monetária local. Portantoao mostrarem um arrefecimento, os números indicam que pode haver espaço para o Fed promover um corte mais intenso nas taxas de juros na reunião da próxima semana.
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